sicnot

Perfil

País

Ministério Público pede 12 anos de prisão para patrão que mandou torturar funcionários

O Ministério Público de Cantanhede pediu hoje uma pena de 12 anos de prisão para o patrão de três madeireiros que em setembro do ano passado terá mandado seis funcionários torturarem três colegas de trabalho.

Os três homens foram violentamente agredidos, sufocados com sacos na cabeça e baleados. Os trabalhadores conseguiram fugir antes de ser lançado fogo à carrinha onde eram mantidos como prisioneiros.
A ordem de agressão terá sido dada pelo patrão que deu pela falta de 4 mil e 700 euros nas contas da empresa de madeiras e queria, a todo o custo, obter uma confissão do roubo.
O Ministério publico entende que os crimes ficaram todos provados em tribunal e pediu pena de prisão para todos os arguidos, 15 anos para dois dos funcionários, 12 para o patrão e uma pena mais leve para os restantes.
Dos sete arguidos, seis continuam em prisão preventiva, sendo o patrão o único que aguarda o fim do julgamento em liberdade.

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.