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Ministério Público pede 12 anos de prisão para patrão que mandou torturar funcionários

O Ministério Público de Cantanhede pediu hoje uma pena de 12 anos de prisão para o patrão de três madeireiros que em setembro do ano passado terá mandado seis funcionários torturarem três colegas de trabalho.

Os três homens foram violentamente agredidos, sufocados com sacos na cabeça e baleados. Os trabalhadores conseguiram fugir antes de ser lançado fogo à carrinha onde eram mantidos como prisioneiros.
A ordem de agressão terá sido dada pelo patrão que deu pela falta de 4 mil e 700 euros nas contas da empresa de madeiras e queria, a todo o custo, obter uma confissão do roubo.
O Ministério publico entende que os crimes ficaram todos provados em tribunal e pediu pena de prisão para todos os arguidos, 15 anos para dois dos funcionários, 12 para o patrão e uma pena mais leve para os restantes.
Dos sete arguidos, seis continuam em prisão preventiva, sendo o patrão o único que aguarda o fim do julgamento em liberdade.

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