sicnot

Perfil

País

Responsável indonésio quer piranhas e tigres, além de crocodilos, a guardar prisão

Um responsável indonésio, ridicularizado nas redes sociais pela proposta de construção de uma prisão para traficantes de droga numa ilha guardada por crocodilos, propôs juntar piranhas e tigres para impedir as fugas.

Budi Waseso declarou que os répteis, ao contrário dos humanos, não cedem a tentativas de corrupção de traficantes que pretendam fugir

Budi Waseso declarou que os répteis, ao contrário dos humanos, não cedem a tentativas de corrupção de traficantes que pretendam fugir

© Antara Photo Agency / Reuters

Ao explicar esta semana a ideia dos crocodilos como guardas prisionais, o chefe da agência indonésia de luta contra os estupefacientes (BNN), Budi Waseso, declarou que os répteis, ao contrário dos humanos, não cedem a tentativas de corrupção de traficantes que pretendam fugir.

Pouco impressionado com as reações desencadeadas pela ideia, Waseso acrescentou que, além dos crocodilos guardas prisionais, gostaria também de ver tigres e piranhas.

"É também possível recorrer a piranhas e, devido a um reduzido número de funcionários prisionais, também podemos usar tigres", declarou Waseso, citado por 'media' locais.

Um porta-voz da BNN, Slamet Pribadi, confirmou hoje esta proposta e respondeu às dúvidas sobre o projeto de Waseso: "É uma proposta séria, não é uma brincadeira. O tráfico de droga é um crime extraordinário, é por isso que a luta [antidroga] também deve ser extraordinária".

A Indonésia tem dezenas de condenados à pena de morte por tráfico de droga.

Apesar das leis que proíbem os estupefacientes na Indonésia serem das mais severas do mundo, a droga circula sem problemas nas prisões. Detidos, guardas e polícias são regularmente detidos por infrações, nomeadamente corrupção.

Lusa

  • Marcelo lembra como foi tratada a tragédia durante a ditadura
    2:25

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Marcelo Rebelo de Sousa não quis comentar diretamente a polémica em torno da lista das vítimas mortais de Pedrógão Grande, mas recorreu às cheias de 1967 para lembrar como as tragédias eram tratadas no tempo da ditadura. O Presidente da República defendeu que não é possível esconder a dimensão de uma tragédia num regime democrático. Há 50 anos, Marcelo Rebelo de Sousa acompanhou de perto a forma como o regime tentou esconder a verdadeira dimensão do incidente.

  • Ministra admite falhas no SIRESP no presente e no passado
    2:35

    País

    A ministra da Administração Interna admitiu, esta quinta-feira, que o SIRESP falha no presente tal como já falhou no passado, quando a tutela pertencia ao Governo PSD. Os sociais-democratas quiserem ouvir Constança Urbano de Sousa na comissão parlamentar mas desta vez a ministra defendeu-se com um ataque. 

  • "Comecei por ajudar uma família que me pediu um plástico para se proteger"
    4:51
  • Míssil lançado do Iémen intercetado perto de Meca

    Mundo

    Um míssil balístico lançado pelos rebeldes xiitas do Iémen foi intercetado, quinta-feira à noite, perto de Meca, na Arábia Saudita, a um mês da peregrinação muçulmana anual do hajj, anunciou a coligação árabe que intervém no Iémen.