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Ex-espião não teme vir a ser condenado por violação de segredo de Estado

Ex-espião não teme vir a ser condenado por violação de segredo de Estado

O ex-espião Jorge Silva Carvalho não teme vir a ser condenado por violação de segredo de Estado nas declarações que está a fazer no julgamento do Caso das Secretas. O antigo diretor do SIED diz que é a única forma de se poder defender das acusações de corrupção, acesso ilegítimo a dados pessoais, de abuso de poder e de violação de segredo.

  • Silva Carvalho lamenta que relatório sobre Pinto Balsemão tenha sido tornado público
    1:41

    País

    O antigo director do Serviço de Informações de Defesa lamenta que tenha vindo a público um relatório secreto sobre a vida privada de Francisco Pinto Balsemão. O documento terá sido produzido no auge da guerra empresarial entre a Impresa, de Balsemão, e a Ongoing, onde Jorge Silva Carvalho já trabalhava. O antigo espião garante que não pediu esse relatório, que considera um lixo.

  • Estado tem de pagar salários em atraso ao antigo diretor do SIED
    1:39

    País

    O Estado vai ter de pagar mais de dois anos e meio de salários em atraso ao antigo diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa. Na altura da polémica reintegração de Jorge Silva Carvalho, o Governo tinha recusado o pagamento de retroactivos. Agora, o Supremo Tribunal Administrativo decidiu que o antigo espião, acusado de crimes como violação do segredo de Estado, tem direito aos salários, mesmo sem ter trabalhado.

  • Augusto Inácio diz que Bruno de Carvalho nunca interferiu no trabalho de Marco Silva
    3:21

    Desporto

    Augusto Inácio estreou-se ontem como comentador do programa Play-Off da SIC Notícias e revelou que Bruno de Carvalho nunca interferiu no trabalho de Marco Silva. O atual diretor de relações internacionais do Sporting deixou também claro que o presidente leonino nunca chegou a despedir Marco Silva a meio da época. Augusto Inácio garantiu ainda que deu o aval à contratação de Jorge Jesus.

  • Começa julgamento do caso das secretas
    1:36

    País

    O chamado caso das secretas começa hoje a ser julgado. No banco dos réus vai estar o ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED, Jorge Silva Carvalho, além de Nuno Vasconcelos e outros três arguidos. O antigo chefe dos espiões está acusado de violação de segredo de Estado, corrupção, abuso de poder e acesso ilegítimo a dados pessoais.

  • Jorge Silva Carvalho evoca segredo de Estado no julgamento do caso Secretas
    1:14

    País

    Os arguidos do caso das Secretas manifestaram hoje em tribunal a vontade de não prestarem declarações em julgamento por enquanto por causa do segredo de Estado. O julgamento começou esta manhã, após vários adiamentos. No banco dos réus estão Jorge Silva Carvalho, Nuno Vasconcelos e mais três arguidos. À saída, o advogado de Jorge Silva Carvalho, ex-diretor dos Serviços Secretos, disse que o arguido falará tendo em conta os limites do segredo de Estado.

  • Será que lavar em lavandarias self-service compensa?
    8:21
  • "Não se pode voltar atrás, o povo de Deus confirmou a necessidade deste Papa"
    3:15
  • Dois em cada três portugueses vivem vidas sedentárias

    País

    Com menos de hora e meia de exercício semanal, mais de dois terços dos portugueses vivem vidas sedentárias. E a maioria desvaloriza a importância da atividade física, segundo um inquérito divulgado esta quinta-feira pela Fundação Portuguesa de Cardiologia.

  • Depois de dar a volta (de bicicleta de Lisboa a Setúbal)

    País

    Missão cumprida. A SIC foi dar uma volta de bicicleta, acompanhando a primeira etapa de uma iniciativa que pretende impulsionar o uso dos velocípedes no país. Ao longo desta quarta-feira, publicámos vários vídeos em direto na página de Facebook da SIC Notícias, que aqui reunimos, em jeito de balanço.

    Ricardo Rosa

  • Primeira dama chinesa defende avanços na igualdade

    Mundo

    A primeira dama chinesa, Peng Liyuan, defendeu os avanços da China em matéria de igualdade dos géneros. Uma rara entrevista, difundida numa altura em que feministas chinesas asseguram serem controladas pela polícia face às suas campanhas.