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BE diz que em 2 meses 3 fraudes eleitorais da direita "caíram"

A porta-voz do BE, Catarina Martins, afirmou sexta-feira, que em dois meses "caíram" três "fraudes eleitoras" da direita: a devolução da sobretaxa, a trajetória de crescimento e "agora" a teoria dos "cofres cheios".

MIGUEL A. LOPES

Segundo dados da Unidade Técnica de Apoio Orçamental, a que a Lusa teve queinta-feira acesso, o anterior Governo gastou em novembro pelo menos 278,3 milhões de euros da almofada financeira de 945,4 milhões de euros prevista no Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), o equivalente a 30% daquele montante.

"Há a expressão de o último a sair que feche a luz, neste caso, o Governo a sair tentou levar a lâmpada", considerou Catarina Martins.

Para a porta-voz do Bloco, depois das eleições de 04 de outubro, os números da economia portuguesa estão a desmentir as bandeiras eleitorais da coligação PSD/CDS-PP.

"A sobretaxa que ia ser devolvida em 35%, afinal é zero. Depois, era a economia que ia crescer e eis que não quando vieram os dados do 3.º trimestre, que embora algumas pessoas do PSD e CDS não saibam, é antes de outubro ficamos a saber que a economia em Portugal estava estagnada porque o investimento caiu, continuou a cair e não foi pouco", referiu.

E depois, "eis que não quando, vêm os cofres cheios. Dizia Maria Luís Albuquerque que estavam lá 700 mil milhões de euros para proteger o país do que pudesse acontecer com a dívida, com os juros. E afinal nem 70. São 60", apontou em último.

"Em menos de dois meses, três fraudes eleitorais da direita a cair, a sobretaxa não é devolvida, a economia não está acrescer e os cofres estão vazios", resumiu.

Lusa

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