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Ministério da Educação discute regresso das provas de aferição com sindicatos

Com o fim dos exames de 4º ano, devem regressar as provas de aferição neste e no 2º ano de escolaridade. A ideia faz parte do programa de Governo. Amanhã, o novo Ministério da Educação de Tiago Brandão Rodrigues começa a ouvir os sindicados para, entre outros temas, discutir o regresso das provas de aferição.

A ideia é avaliar apenas o sistema educativo, se os programas curriculares estão a ser aplicados e apreendidos, sem que as notas sirvam apenas para passar ou chumbar os alunos.

Uma das primeira medidas deste Governo foi precisamente deixar cair uma das maiores bandeiras do anterior ministro da Educação Nuno Crato, as provas de avaliação do primeiro ciclo.

Logo na primeira sessão legislativa, quando foi votado o fim dos exames nacionais, António Costa fez questão de distinguir as provas de avaliação e aferição, que se destinam a melhorar o sistema e não apenas para selecionar os alunos que passam ou não de ano.

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    Mais de 50 jovens sírios chegaram esta madrugada a Lisboa, para iniciarem o novo ano letivo, em Portugal. Sonham com um futuro melhor. Sonham com uma educação melhor. Os 54 estudantes vieram ao abrigo do programa lançado pelo antigo Presidente da República, Jorge Sampaio, que nos últimos anos já deu uma nova oportunidade a cerca de 200 alunos. Depois de um curso intensivo de português durante três meses, os jovens vão iniciar o ano letivo em vários pontos do país.

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