sicnot

Perfil

País

Cavaco Silva concedeu três indultos

O Presidente da República, Cavaco Silva, concedeu hoje três indultos, dois de penas de prisão e um de pena de expulsão, tendo apreciado 93 pedidos.

(Arquivo)

(Arquivo)

© Rafael Marchante / Reuters

"Razões humanitárias constituiram os fundamentos" que estiveram na base da medida de clemência concedida pelo Presidente da República, anunciados após uma reunião com a Ministra da Justiça, Francisca van Dunen, no Palácio de Belém.

A decisão sobre os restantes processo de indulto - 93 pedidos, dos quais 71 são relativos a reclusos que não beneficiaram de regime aberto - teve em consideração um conjunto de pareceres desfavoráveis emitidos, não preenchendo as condições requeridas.

Os pedidos de indultos são apreciados tendo em conta os pareceres dos magistrados dos tribunais de execução de penas, dos diretores dos estabelecimentos prisionais, relatórios dos serviços prisionais e reinserção social e as propostas do Ministério da Justiça.

Em vésperas do Natal de 2014, o Chefe de Estado concedeu três indultos relativos a penas de expulsão do país, tendo razões humanitárias justificado as medidas de clemência atribuídas.

Em 2013, Cavaco Silva concedeu dois indultos, um de pena de prisão e outro de expulsão, depois de analisar 251 propostas de indulto, segundo dados então divulgados pela Presidência.

Lusa

  • O primeiro dia de Donald Trump na Casa Branca
    3:05
  • Advogados de Sócrates queixam-se de bullying processual e mediático
    2:13

    Operação Marquês

    Os advogados de José Sócrates queixam-se de bullying processual e mediático e garantem que o antigo primeiro-ministro nunca favoreceu Ricardo Salgado ou o Grupo Espirito Santo. Segundo o Expresso, o presidente da Escom, Helder Bataglia, terá admitido que Ricardo Salgado utilizou uma conta bancária do empresário, na Suíça, para passar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva, alegadamente para o amigo José Sócrates.

  • Marine Le Pen diz que Brexit terá efeito dominó na UE
    0:39

    Brexit

    Marine Le Pen diz que o Brexit vai ter um efeito dominó na União Europeia. Durante um congresso da extrema-direita, a líder da Frente Nacional francesa afirmou que a Europa vai despertar este ano em que estão marcadas eleições em vários países, como a Alemanha e a Holanda.