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Mais acidentes nas estradas mas menos mortos em 2015

Os acidentes rodoviários aumentaram quase cinco por cento em 2015 face ao ano anterior, registando-se 122.800 desastres, que provocaram 478 mortos, menos quatro que em 2014, anunciou hoje a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Segundo dados provisórios da ANSR, em 2015 registaram-se 122.800 acidentes de viação, 478 vítimas mortais, 2.206 feridos graves e 37.958 feridos ligeiros.

Em comparação com 2014, registou-se um aumento de 5.569 acidentes rodoviários (mais 4,8%), uma redução de quatro vítimas mortais (menos 0,8%), mais 54 feridos graves (mais 2,5%) e mais 939 feridos ligeiros (mais 2,5%), indica a ANSR.

A Segurança Rodoviária, que reúne dados da PSP e da GNR, adianta que, em média, registou-se uma vítima mortal e seis feridos graves por dia em 2015.

Os dados provisórios referem também que o número de vítimas mortais aumentou nos distritos de Aveiro, Beja, Braga, Faro, Guarda, Portalegre e Setúbal, manteve-se constante em Leiria e Viseu e apresentou uma redução nos restantes distritos, sendo que Bragança, Viana do Castelo e Vila Real foram os que registaram decréscimos mais relevantes.

O distrito de Aveiro foi o que registou o maior aumento do número de vítimas mortais em consequência dos acidentes rodoviários, mais 36 mortos do que em 2014, seguindo-se Setúbal (mais 17) e Beja (mais 15), destacam os dados daquele organismo tutelado pelo Ministério da Administração Interna.

De acordo com a ANSR, os distritos de Lisboa e Porto apresentaram uma redução de mortos de 11,7% e 20,3%, respetivamente.

No geral, os distritos de Lisboa e Aveiro foram os distritos que registaram maior número de vítimas mortais, com 53 vítimas mortais, seguido do Porto, com 51.

A ANSR indica ainda que se verificou um aumento dos feridos graves em Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Portalegre, Viana do Castelo e Viseu e uma redução nos restantes nove.

Os dados da ANSR dizem respeito às vítimas mortais cujo óbito foi declarado no local do acidente ou a caminho do hospital.

Lusa

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