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Pedro Norton deixa de ser presidente executivo da Impresa

O Conselho de Administração da Impresa nomeou Francisco Pedro Pinto Balsemão administrador-delegado (CEO) do grupo, na sequência da renúncia ao cargo de Pedro Norton, assumindo funções a 6 de março.

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, com Pedro Norton numa iniciativa da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, no início deste ano (Lusa/ Arquivo)

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, com Pedro Norton numa iniciativa da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações, no início deste ano (Lusa/ Arquivo)

Miguel A. Lopes

Francisco Pedro Presas Pinto Balsemão é membro da comissão executiva e COO do grupo Impresa, com os pelouros de recursos humanos, assuntos jurídicos e sustentabilidade, desde outubro de 2012.

Licenciado em Direito pela Universidade Nova de Lisboa, o futuro presidente executivo da Impresa tem um mestrado em Direito pela Universidade de Oxford (Inglaterra) e fez ainda um curso geral de gestão na Nova School of Business and Economics, e programas avançados de gestão na Kellogg School of Management (Chicago) e na IMD Business School (Lausanne).

Francisco Pedro Pinto Balsemão iniciou a sua carreira em 2003 como advogado na Linklaters, em Lisboa, tendo ainda sido consultor de recursos humanos na empresa Heidrick & Struggles, antes de integrar a Impresa, em 2009, como diretor de recursos humanos.

Anteriormente, em 2007, esteve uma temporada na Missão de Portugal junto das Nações Unidas, em Nova Iorque, na Comissão dos Direitos Humanos.

O ainda presidente executivo da Impresa, Pedro Norton, afirma que a decisão de sair do grupo foi a "mais difícil" da sua vida profissional, mas "a vida faz-se de ciclos", refere numa carta enviada aos trabalhadores.

"Tomei, neste contexto, a decisão mais difícil da minha vida profissional: deixar a Impresa. A razão é só uma e é a que invoco. O meu futuro é uma página em branco, mas sempre fui um homem livre e sinto, em consciência, e na sequência de um muito longo período de maturação, que é chegada a altura certa, para a Impresa e para mim, de fechar um ciclo e de abrir outro", adianta.

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