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Cavaco duvida que lei da adoção homossexual defenda o superior interesse da criança

Cavaco duvida que lei da adoção homossexual defenda o superior interesse da criança

O Presidente da República travou duas das mais controversas leis dos últimos tempos: a das alterações à interrupção voluntária da gravidez e a da adopção por casais do mesmo sexo. Cavaco Silva decidiu remeter os temas de novo ao Parlamento. No caso adoção por casais do mesmo sexo, o Presidente duvida que a lei defenda o superior interesse da criança.

  • PSD respeita vetos de Cavaco
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    Miguel Morgado, deputado do PSD, diz que o partido respeita a decisão do Presidente da República em vetar as leis de adoção por casais do mesmo sexo e as alterações à interrupção voluntária da gravidez. O partido de direita espera que o debate que se segue na Assembleia seja ponderado e informado.

  • Vetos de Cavaco são "pura mesquinhez política"
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    Catarina Martins diz que a decisão do Presidente em vetar e devolver ao Parlamento as leis de adoção por casais do mesmo sexo e as alterações à interrupção voluntária da gravidez é "pura mesquinhez política". A porta-voz do Bloco de Esquerda garante que Cavaco Silva vai ser obrigado a promulgar as leis e que nada irá travar as medidas.

  • PCP questiona vetos de Cavaco
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    País

    O PCP diz que o veto do Presidente da República aos diplomas de adoção por casais do mesmo sexo e alterações à lei do aborto não tiveram em conta o superior interesse da criança nem a livre escolha das mulheres. Rita Rato afirmou a "total disponibilidade" do PCP para reconfirmar quanto antes a aprovação dos diplomas vetados.

  • PS não compreende vetos de Cavaco
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    País

    Os dois diplomas hoje vetados pelo Presidente da República regressam agora ao Parlamento. Com maioria parlamentar, a esquerda deverá confirmar a aprovação de ambos os documentos, adoção por casais do mesmo sexo e alterações à lei do aborto. O vice-presidente da banca socialista disse não compreender a decisão de Cavaco Silva.

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
    0:36

    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite