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Assembleia Municipal de Lisboa promove debate sobre Segunda Circular

A Assembleia Municipal de Lisboa promove hoje, a partir das 18:00, no Hotel Roma, um debate sobre o projeto da Câmara para a Segunda Circular, contando com especialistas em mobilidade, ambiente e aviação.

A ideia da autarquia de Lisboa é fazer da Segunda Circular um corredor arborizado como se vê na imagem

A ideia da autarquia de Lisboa é fazer da Segunda Circular um corredor arborizado como se vê na imagem

O município vai explicar a intervenção, que visa melhorar a fluidez do tráfego e conferir mais segurança à via, e depois, às 18:30, ouvirá as entidades convidadas.

Para falar sobre o impacto na segurança rodoviária, estarão representantes do Automóvel Club de Portugal e da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, enquanto para discursar sobre o impacto ambiental e paisagístico, marcará presença a Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas e a Quercus.

Caberá à Infraestruturas de Portugal, à Carris (detida pela Transportes de Lisboa), à Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) e à Federação Portuguesa dos Táxis (FPT) abordar o impacto no trânsito e nos transportes públicos.

Já para debater o impacto na segurança da navegação aérea, estará a ANA -- Aeroportos de Portugal e a NAV -- Navegação Aérea de Portugal.

Segue-se a intervenção do público, a partir das 19:30, e dos deputados municipais, a seguir às 20:30. Prevê-se que os trabalhos encerrem pelas 21:00.

Até à passada sexta-feira, esteve em consulta pública o projeto da maioria PS no executivo, com o qual se pretende diminuir em 10% o tráfego de atravessamento na Segunda Circular, através da reformulação de alguns acessos e dos nós de acesso, bem como reduzir a velocidade, de 80 para 60 quilómetros/hora.

De acordo com o vereador das Obras Municipais, Manuel Salgado, houve 334 participações até quinta-feira.

O município quer também criar um separador central maior e arborizado, reduzir a largura da via da direita, montar barreiras acústicas (reduzindo o ruído em 50%), reabilitar a drenagem e do piso e renovar a sinalética e a iluminação pública (permitindo uma quebra de 60% no consumo).

Orçadas em 12 milhões de euros, as obras devem iniciar-se em junho, durando 11 meses.

A Assembleia Municipal vai ainda organizar uma sessão para analisar o que foi dito no debate de hoje, o que deverá acontecer na quarta-feira da próxima semana durante a reunião deste órgão deliberativo.

Lusa

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