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Proteção Civil alerta para cheias e inundações rápidas a partir de amanhã

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou hoje para a possibilidade de inundações rápidas e cheias, especialmente nas regiões do Norte e Centro, devido ao agravamento das condições meteorológicas para os próximos dias.

Cheias em Águeda a 4 de janeiro de 2016.

Cheias em Águeda a 4 de janeiro de 2016.

PAULO NOVAIS/LUSA

Em comunicado, a ANPC dá conta de um "agravamento das condições meteorológicas" para os próximos dias, em especial nas regiões a norte do rio Tejo e nas regiões do Minho e do Douro Litoral.

A ANPC chama a atenção para a "possibilidade de inundações rápidas em zonas historicamente vulneráveis, mais prováveis nas bacias dos rios Minho, Lima, Cávado, Ave, Vouga, Douro e Mondego, não sendo de excluir situações de cheias provocadas pelo aumento de caudal das principais linhas de água".

A Proteção Civil adianta também que as condições de saturação dos solos favorecerem a possibilidade de ocorrência de deslizamentos em zonas de declive mais acentuado.

O alerta da Proteção Civil surge após o contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que prevê precipitação persistente para sexta-feira e sábado, que por vezes será forte, e agitação marítima na costa ocidental com ondas entre quatro e cinco metros, que vão aumentar a partir da madrugada de domingo.

Para os próximos dias, está também previsto vento forte, chegando aos 70 quilómetros por hora no litoral e terras altas, e queda de neve acima de 1000 metros de altitude nas regiões do norte e centro, podendo ocorrer abaixo da cota de 800 metros no domingo.

Tendo em conta as condições meteorológicas, a ANPC alerta para o piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo, além da possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, inundações e queda de ramos ou de árvores devido ao vento mais forte.

Como medidas preventivas, a Proteção Civil recomenda à população para adotar uma condução defensiva e reduzir a velocidade, desobstruir os sistemas de escoamento das águas pluviais, colocar correntes de neve nas viaturas e não atravessar zonas inundadas.

Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, não praticar atividade relacionada com o mar e ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira, zonas ribeirinhas e áreas com árvores são outras das recomendações da ANPC.

Lusa

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