sicnot

Perfil

País

Prisão preventiva para quatro suspeitos de tráfico de droga em Vila Nova de Milfontes

Quatro dos seis suspeitos de tráfico de droga detidos na quinta-feira em Vila Nova de Milfontes, concelho de Odemira, distrito de Beja, vão aguardar julgamento em prisão preventiva, disse hoje à agência Lusa fonte da GNR.

(Arquivo)

(Arquivo)

© Steve Dipaola / Reuters

Segundo a mesma fonte, os seis homens foram submetidos na sexta-feira e hoje a primeiro interrogatório judicial na Instância Local de Odemira do Tribunal da Comarca de Beja, que decretou a quatro deles a medida de coação mais grave, ficando três a aguardar julgamento no Estabelecimento Prisional de Beja e outro no Estabelecimento Prisional de Silves.

Os outros dois suspeitos ficaram sujeitos a apresentações bissemanais como medida de coação.

Segundo o Comando Territorial de Beja da GNR, os suspeitos, cinco portugueses e um estrangeiro, com idades entre os 21 e os 33 anos, foram detidos na sequência de sete buscas domiciliárias, no âmbito de uma operação de combate ao tráfico e consumo de estupefacientes.

Nas buscas foi aprendida droga, nomeadamente 57 doses individuais de ecstasy, 76 de cocaína, 302 de haxixe, 40 de canábis e 285 sementes deste tipo de estupefaciente.

Foram também apreendidas três armas de fogo e várias munições, três armas brancas e quatro petardos, 20 telemóveis e 2.801 euros em numerário e vários objetos conotados e utilizados no tráfico, assim como uma viatura de alta cilindrada.

Também foram apreendidos, artigos normalmente utilizados em ações criminosas violentas tais como gorros e sinalizadores luminosos laser.

A operação foi desenvolvida pelo Comando Territorial de Beja da GNR, através das valências de investigação criminal, territorial e intervenção, reforçada por militares da Unidade de Intervenção da Guarda Nacional Republica.

A investigação deste caso já decorria há cerca de três meses.

Lusa

  • Ministra emocionou-se no Parlamento
    2:26

    Tragédia em Pedrógão Grande

    A ministra da Administração Interna disse esta quarta-feira no Parlamento que está, desde a primeira hora, a recolher, analisar e cruzar todos os dados do incêndio de Pedrógão Grande. Constança Urbano de Sousa emocionou-se diante dos deputados e admitiu que tem ainda muitas dúvidas sobre o que aconteceu. Foi pedido um estudo independente ao funcionamento do sistema de comunicações de emergência e uma auditoria à Secretaria-Geral da Administração Interna, a entidade gestora do SIRESP. A ministra explicou porquê.

  • "O que mais tem havido nesta altura são respostas precipitadas"
    7:21

    Opinião

    Foi um "debate contido" o de hoje, no Parlamento, sobretudo no frente-a-frente entre António Costa e Passos Coelho, na opinião de Bernardo Ferrão. O subdiretor de informação da SIC sublinha uma declaração "mortal" do primeiro-ministro, quando este disse que "ninguém quer respostas precipitadas". Por outro lado, a comissão técnica independente pedida pelo PSD pode virar-se contra o próprio partido.

    Bernardo Ferrão

  • NotPetya: Lourenço Medeiros explica o novo ciberataque global
    2:44

    Mundo

    A Ucrânia está a ser seriamente afetada por um novo ataque informático. Algumas empresas de grande dimensão estão a ser prejudicadas, agravando a dimensão global do ataque, o qual não parece ser dirigido a ninguém em concreto. Ontem, nas primeiras horas do ataque, não parava de crescer o número de vítimas.

  • Caricaturas de Trump invadem capital do Irão

    Mundo

    O Irão está a organizar um concurso internacional de caricaturas do Presidente norte-americano Donald Trump. Pelas ruas de Teerão já vão surgindo algumas imagens alusivas ao festival que vai realizar-se no próximo mês de julho.

  • De onde vem o dinheiro de Isabel II?

    Mundo

    A rainha Isabel II vai ser aumentada - pelo exercício das suas funções -, em 2018, para 82,2 milhões de libras (93,5 milhões de euros). Este valor é pago pelo Estado britânico. Contudo, esta não é a única fonte de rendimento da rainha de Inglaterra. Isabel II também recebe pelas terras, casas e empresas que tem espalhadas pelo Reino Unido.

  • Companhia aérea obriga deficiente físico a entrar no avião sem ajuda

    Mundo

    Um homem com uma deficiência física que o obriga a andar numa cadeira de rodas foi obrigado a subir sozinho as escadas de um avião da companhia aérea Vanilla Air. Hideto Kijima deparou-se com a situação quando estava a embarcar da ilha de Amami para Osaka, no Japão, com vários amigos que foram proibidos de o ajudar.