sicnot

Perfil

País

Autoridades procuram tripulante de barco a remos que tentava recorde no Atântico

Meios marítimos e aéreos tentam localizar um tripulante de um barco a remos que desapareceu a cerca de 2.500 quilómetros a sudoeste de São Miguel, Açores, quando tentava bater o recorde da travessia a remo do Atlântico.

Segundo a Marinha, a embarcação a remos Toby Wallace tinha o objetivo de bater o recorde da travessia a remos do Atlântico, tendo largado das Canárias com destino a Barbados a 28 de janeiro último, com oito tripulantes, mas um deles "está desaparecido no mar".

A embarcação encontrava-se a cerca de 1.343 milhas náuticas, a sudoeste da ilha de São Miguel, quando foi dado o alerta, pelas 00:10 de hoje e a operação está a ser feita, desde a madrugada, em articulação com o Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada (MRCC Delgada), o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Aéreo das Lajes (RCC Lajes) e o MRCC Falmouth (Inglaterra).

Uma fonte do MRCC de Ponta Delgada adiantou à Lusa que os restantes sete tripulantes encontram-se bem na embarcação e assim que possível serão resgatados.

De acordo com informação disponível no portal da Marinha, o pedido de auxílio foi desencadeado através do MRCC Falmouth, relatando que um dos tripulantes tinha caído à água, sendo de "imediato solicitado o auxílio de um navio mercante, o cargueiro MV Sea Pearl, que se encontrava a navegar a cerca de 127 minhas náuticas de distância".

Foram igualmente ativadas a corveta António Enes, uma aeronave P3 Orion da Força Aérea Portuguesa e uma aeronave Falcon-50 da Marinha Francesa (que se encontrava em Dakar, Senegal), acrescenta a Marinha.

O Falcon da Marinha Francesa já cessou, contudo, as buscas na área "de maior probabilidade de deteção do náufrago", onde se mantém ainda o cargueiro 'MV Sea Pearl' e o P3 Orion da Força Aérea Portuguesa, que já estabeleceram contacto com os sete tripulantes a bordo do Toby Wallace.

Lusa

  • "Quem faz isto sabe estudar os dias e o vento para arder o máximo possível"
    4:15
  • O balanço trágico dos incêndios do fim de semana
    0:51

    País

    Mais de 500 mil hectares de área ardida, 42 vítimas mortais, 71 de feridos, dezenas de casas e empresas destruídas. É este o balanço de mais um fim de semana trágico para Portugal a nível de incêndios florestais.

  • 2017: o ano em que mais território português ardeu
    1:41

    País

    Desde janeiro, houve mais área ardida do que em qualquer outro ano na história registada de incêndios florestais. Segundo dados provisórios do Sistema Europeu de Informação sobre Fogos Florestais, mais de 519 mil hectares foram consumidos pelas chamas até 17 de outubro, o que representa quase 6% de toda a área de Portugal. 

  • "Viverei com o peso na consciência até ao último dia"
    3:00
  • O que resta de Tondela depois dos incêndios
    1:07

    País

    O concelho de Tondela é agora um mar de cinzas, imagens recolhidas pela SIC com um drone mostram bem a dimensão do que foi destruído pelos incêndios. Perto 100 habitações principais ou secundárias, barracões, oficinas e stands arderam. 

  • Moradores reuniram esforços para salvar idosos das chamas em Pardieiros
    2:50

    País

    O incêndio de domingo em Nelas fez uma vítima mortal: um homem de 50 anos, de Caldas da Felgueira, que regressava de uma aldeia vizinha, onde tinha ido ajudar a combater as chamas. Em Pardieiros, no concelho de Carregal do Sal, várias casas arderam e uma jovem sofreu queimaduras ao fugir do incêndio. Durante o incêndio, pessoas reuniram esforços para salvar a povoação.

  • A fotografia que está a correr (e a impressionar) o Mundo

    Mundo

    A fotografia de uma cadela a carregar, na boca, o cadáver calcinado da cria está a comover o mundo. Entre as muitas fotografias que mostram o cenário causado pelos incêndios que devastaram a Galiza nos últimos dias, esta está a causar especial impacto. O registo é do fotógrafo Salvador Sas, da agência EFE. A imagem pode impressionar os mais sensíveis.

  • As lágrimas do primeiro-ministro do Canadá

    Mundo

    O primeiro-ministro da Canadá, Justin Trudeau, emocionou-se esta quarta-feira ao falar de um artista que morreu depois de perder uma luta contra o cancro. Gord Downie, vocalista da banda de rock canadiana "The Tragically Hip", faleceu esta terça-feira, aos 53 anos, vítima de um tumor cerebral.