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Arménio Carlos defende que sindicatos devem continuar a ter intervenção ativa

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, considerou hoje fundamental que os sindicatos continuem a ter uma intervenção ativa, apesar da alteração do quadro político.

(Arquivo/Reuters)

(Arquivo/Reuters)

Reuters (Arquivo)

«É fundamental continuar a ter uma intervenção ativa do ponto de vista sindical no atual quadro político», afirmou o líder da CGTP num encontro com jornalistas a propósito do XIII Congresso da Intersindical.

O Congresso, que se realiza em Almada nos dias 26 e 27 de fevereiro, tem como lema «Organização, unidade e luta», contará com a participação de 730 delegados e 1.500 convidados.

O emprego com direitos, a defesa da soberania, a organização e a unidade dos trabalhadores nos locais de trabalho, a intensificação da luta reivindicativa, a valorização do trabalho e das funções sociais do estado são os principais temas a debater na reunião magna da Intersindical.

Segundo Arménio Carlos, o Congresso será o momento para avaliar o trabalho feito nos últimos quatro anos pela CGTP e pelas suas estruturas, bem como para delinear a estratégia da Central para o próximo quadriénio.

Na véspera do Congresso, a CGTP realiza, como tem sido habitual nos últimos anos, uma conferência internacional que conta com participantes de 91 confederações sindicais de todo o mundo.

Subordinada ao tema «emprego com direitos, pela paz e solidariedade», a conferência contará com a intervenção do secretário-geral da Confederação Europeia de Sindicatos, e de representantes da Confederação Sindical Internacional e da Organização Internacional do Trabalho.

Lusa

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