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Juíza do processo que julga Carrilho por violência doméstica pede para ser afastada

A juíza do processo que julga Manuel Maria Carrilho por violência doméstica sobre Bárbara Guimarães pediu para ser afastada. O Tribunal da Relação vai decidir se aceita o pedido de escusa.

O Ministério Público e o advogado de Bárbara Guimarães já tinham pedido o afastamento da magistrada. Alegam que há motivos sérios para duvidar da imparcialidade de Joana Ferrer.

Na resposta, a juíza negou as acusações e explicou que nunca quis, por exemplo, criticar Bárbara Guimarães por não ter apresentado queixa mais cedo. Diz, de resto, que a tratou sempre pelo nome próprio para ter um tom mais familiar.

Ainda assim, pede para ser afastada e que outro magistrado seja escolhido para fazer o julgamento que ficou suspenso na primeira sessão.

  • Atacantes usaram "tática defendida pelos extremistas do Daesh"
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    Ataque em Barcelona

    O ex-presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo esteve em direto, para a SIC Notícias, onde falou sobre o ataque desta quinta-feira nas Ramblas, em Barcelona. José Manuel Anes falou na tática defendida na revista dos extremistas do Daesh e que foi usada neste ataque: a utilização de viaturas "de preferência as mais pesadas para matar o maior número de pessoas".