sicnot

Perfil

País

PSD quer voltar a ser o partido com mais câmaras nas autárquicas de 2017

A moção de estratégia de Pedro Passos Coelho à liderança do PSD define como objetivo para as eleições autárquicas do próximo ano que o partido volte a conquistar o maior número de presidências de Câmara, que perdeu em 2013.

ESTELA SILVA

"O PSD tem a aspiração de voltar a ser, em 2017, o maior partido no mundo das autarquias, conquistando o maior número de presidências de Câmara e voltando a desempenhar, simbolicamente, a presidência da Associação Nacional de Municípios Portugueses", define a moção de 33 páginas, intitulada "Compromisso Reformista".

Em 2013, o PS foi o partido que elegeu mais presidentes de Câmara, 150, enquanto o PSD, sozinho ou em coligação, conseguiu 106 câmaras.

Na moção, com que Passos Coelho se apresenta às diretas do PSD do próximo sábado, fica estipulado que a Comissão Política Nacional apresente "oportunamente" ao Conselho Nacional uma proposta de orientação estratégica para as eleições autárquicas, "baseada no princípio da escolha o mais descentralizada possível, quer da política de alianças, quer do processo de candidaturas autárquicas".

"E não deixará de nomear uma comissão nacional autárquica com a missão de apoiar as estruturas locais e regionais a procederem à seleção dos melhores candidatos e a alcançarem os melhores resultados", refere ainda o texto.

No capítulo dedicado aos novos desafios políticos e eleitorais, o último da moção, são referidas as eleições regionais dos Açores, no segundo semestre do ano, que Passos Coelho define como "uma oportunidade para [o PSD] afirmar a sua alternativa de governo".

"Trata-se, também, de uma oportunidade para o PSD nacional reafirmar a sua confiança e o seu empenhamento em todo o processo de aprofundamento da autonomia regional, ao qual está ligado histórica e emocionalmente, orgulhando-se dos resultados que, quer ao nível dos Açores, quer ao nível da Madeira, os nossos companheiros dos dois PSD regionais têm realizado em prol das populações dos dois arquipélagos", refere o texto.

Na moção, Passos Coelho volta a sublinhar a importância da reforma do sistema eleitoral e a defender a consagração do voto preferencial opcional, que combine "a existência de um círculo nacional com círculos locais de menor dimensão, onde o eleitor tem um voto nominal escolhendo o seu candidato preferido, além da escolha do partido da sua preferência".

"Não vemos hoje qualquer obstáculo sério a que se facilite, com o recurso às novas tecnologias, e multiplique, com recurso a uma rede mais ampla e diversificada de locais de voto, a participação eleitoral dos Portugueses, tanto no território nacional como no estrangeiro", refere, ainda a moção de Passos, que aponta o novo ciclo presidencial como o momento ideal para esta reflexão.

"Era importante que, coincidindo este novo ciclo eleitoral com o início do mandato do novo Presidente da República, Dr. Rebelo de Sousa, o reforço da cidadania e o aprofundamento da democracia pudessem evoluir sob os auspícios do novo ciclo presidencial", refere.

Lusa

  • PSD contesta exoneração de António Lamas
    1:25

    Cultura

    O PSD acusa o Governo de ser "uma espécie de dono disto tudo". É a reação dos sociais-democratas à demissão de António Lamas da presidência do Centro Cultural de Belém (CCB). A exoneração foi decidida pelo ministro da Cultura João Soares, que nomeou Elísio Summavielle para o cargo. O deputado Sérgio Azevedo diz que é uma mudança sem justificação e que mostra a forma autoritária e aerrogante como o Governo está a usar o aparelho do Estado.

  • BE critica processo de substituição do presidente do CCB
    1:10

    Cultura

    O Bloco de Esquerda entende que não é aceitável que se mantenham as regras do PSD de nomear direções de organismos públicos. Na resposta à demissão de António Lamas da presidência do Centro Cultural de Belém, o deputado do BE José Soeiro disse que a melhor opção para estes casos são concursos públicos internacionais. Acrescentou ainda que a capacidade do PSD para criticar a ação do Governo é absolutamente nula.

  • O encontro emocionado de Marcelo com a mãe de uma das vítimas dos fogos
    0:30
  • Proteção Civil garante que já não há desaparecidos
    1:40
  • "Depois de sair da autoestrada o vidro do carro ainda estava a ferver"
    2:01
  • "O fogo chegou de repente. Foi um demónio"
    2:15
  • O desabafo de um empresário que perdeu "uma vida inteira de trabalho" no fogo
    2:08
  • O testemunho emocionado de quem perdeu quase tudo
    2:10
  • As comunicações entre operacionais no combate às chamas em Viseu
    2:27
  • Houve "erros defensivos que normalmente a equipa não comete"
    0:38

    Desporto

    No final do jogo, quando questionado sobre a ausência de Casillas no onze do FC Porto, Sérgio Conceição referiu que a equipa apresentada era aquela que lhe oferecia garantias. Quanto ao jogo, o treinador portista reconheceu que a equipa cometeu vários erros defensivos.

  • "Cometemos erros e há que tentar corrigi-los"
    0:41

    Desporto

    No final do jogo em Leipzig, Iván Marcano desvalorizou a ausência de Iker Casillas e entendeu que o facto de o guarda-redes ter ficado no banco não teve impacto na equipa. Já sobre o jogo, o central espanhol garantiu que não correu da forma como os jogadores esperavam.

  • Norte-americana foi à discoteca e tornou-se princesa

    Mundo

    A história de Ariana Austin é quase como um conto de fadas moderno. A jovem vai até ao baile, onde conhece o seu príncipe. Só que a norte-americana foi a uma discoteca e, na altura, não sabia que Joel Makonnen era na verdade um príncipe da Etiópia e que casaria com ele 12 anos depois, tornando-se também ela numa princesa.