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Gaia quer oferecer manuais escolares até ao nono ano

A Câmara de Gaia divulgou hoje que no próximo ano letivo vai alargar o programa de atribuição de manuais escolares gratuitos para oferecer aos quase nove mil alunos do terceiro ciclo os livros de duas disciplinas.

(SIC/ Arquivo)

"Tendo como prioridade o apoio às famílias e o combate ao abandono e insucesso escolar, através de um plano estratégico municipal de apoio à educação coerente e integradora, o município pretende alargar, para o ano letivo 2016/2017, este apoio integrado no projeto Gai@aprende+", indica uma proposta da autarquia a ser votada na próxima reunião de câmara.

Depois de em julho ter aprovado um investimento de 860 mil euros, para poder novamente dar manuais escolares a todos os alunos do primeiro ciclo e os livros de português e história aos do segundo ciclo, a autarquia quer agora aumentar esta verba e destinar ao programa um total de 1,5 milhões de euros para poder também oferecer dois manuais ao terceiro ciclo.

"Estamos a cumprir uma missão social da Câmara e a apoiar uma das áreas mais importantes, que é a educação. Esta medida corresponde a uma aposta no apoio às famílias, numa lógica de apoio social", explicou o presidente da autarquia, Eduardo Vítor Rodrigues.

Do total de 1,5 milhões de euros, 1,4 milhões estão destinados a financiar os dois manuais para os alunos do terceiro ciclo, dois para os do segundo ciclo, todos os livros para o primeiro ciclo e 86,8 mil euros cabem a licenças do programa "Escola Virtual".

Entre o primeiro ano e o nono anos de escolaridade, Vila Nova de Gaia tem mais de 24 mil alunos, dos quais 8.787 no terceiro ciclo, que passarão a beneficiar todos do programa Gai@prende+

A proposta que será apresentada na reunião de segunda-feira inclui ainda a criação de um Banco de Livros escolares a ser gerido com os agrupamentos escolares e articulado pelas divisões de educação e ação social "de forma a responder progressivamente a um modelo complementar de apoios neste domínio".

O programa irá ainda incluir a participação das juntas de freguesia que ficam obrigadas a desencadear ações de sensibilização junto do comércio local para aderirem à iniciativa, quer para maior comodidade dos pais, quer como incentivo à economia local.

Lusa

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