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Padrasto de Rodrigo pode não ser julgado pelo crime caso seja suspeito

Padrasto de Rodrigo pode não ser julgado pelo crime caso seja suspeito

Caso se confirme que o padrasto é suspeito da morte de Rodrigo, o homem poderá não ser julgado por este crime. Trata-se de um cidadão brasileiro e terá viajado para Fortaleza no dia do desaparecimento do adolescente. A lei deste país não permite a extradição de cidadãos brasileiros para outros Estados. O homem teria conflitos com o enteado que publicou algumas mensagens no Facebook dias antes de desaparecer. Nos últimos tempos o jovem dava sinais, nesta rede social, de alguns problemas pessoais.

  • Rapaz de 15 anos desaparecido há uma semana em Portimão
    2:25

    País

    A Polícia Judiciária procura um rapaz de 15 anos que desapareceu há uma semana depois de sair de casa, em Portimão, para ir para a escola. A mãe e os amigos dizem não ter qualquer pista sobre o paradeiro de Rodrigo Lapa. O jovem estava sinalizado pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Lagoa há 5 anos.

  • Corpo de jovem desaparecido encontrado perto de casa
    4:07

    País

    O corpo de Rodrigo Lapa, o jovem de 15 anos que estava desaparecido no Algarve, foi hoje encontrado perto de onde vivia. O cadáver estaria tapado por alguns ramos. A mãe do jovem já esteve local e foi entretanto levada para as instalações da PJ de Portimão. A jornalista da SIC Conceição Ribeiro dá conta do que se sabe até ao momento.

  • O desaparecimento de Rodrigo Lapa, segundo a mãe
    2:50

    País

    Rodrigo Lapa, cujo corpo foi hoje encontrado em Portimão, estava desaparecido há mais de uma semana. Em entrevista à SIC esta semana, a mãe, Célia Barreto, falou do dia em que o filho partiu para a escola e não voltou.

  • Padrasto do jovem encontrado morto é o principal suspeito
    2:37

    País

    O jovem que estava desaparecido há pouco mais de uma semana, em Portimão, foi assassinado. O padrasto, que viajou para o Brasil no dia do desaparecimento, é o principal suspeito. Rodrigo, de 15 anos, foi encontrado, esta manhã, sem vida a menos de 100 metros de casa. A mãe foi interrogada pela Polícia Judiciária e saiu em liberdade por não haver indícios que justifiquem uma detenção.

  • Paulo Macedo pede calma para o bem do banco
    1:45

    Caso CGD

    Paulo Macedo falou pela primeira vez desde que foi eleito o novo Presidente da Caixa Geral de Depósitos e, para o bem do banco público, pediu calma a todos. Passos Coelho veio dizer que a recapitalização da Caixa pode ter de ser feita no verão do próximo ano para salvaguardar o défice deste ano. Já António Costa preferiu não comentar as declarações de Passos e diz que o banco público há muito que precisava de ser recapitalizado.

  • Condutores continuam com dúvidas em como circular numa rotunda
    2:06

    País

    Circular nas rotundas continua a ser um problema para muitos condutores. Cerca de 3 mil foram multados nos últimos três anos depois da entrada em vigor do novo código, os números são avançados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Os instrutores de condução dizem que a medida provoca mais confusão nas horas de ponta.

  • O que aconteceu à menina síria que relatava a guerra no Twitter?
    1:59
  • Youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Reportagem da SIC "Renegados"
    1:27

    Grande Reportagem SIC

    O youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Grande Reportagem SIC "Renegados". Desde ontem já teve 67 mil visualizações no Facebook. Imagine que ia renovar o cartão de cidadão e diziam-lhe que afinal não é português? Mesmo tendo nascido, crescido, estudado e trabalhado sempre em Portugal? Foi o que aconteceu a inúmeras pessoas que nasceram depois de 1981, quando a lei da nacionalidade foi alterada.«Renegados» é como se sentem estes filhos de uma pátria que os excluiu. Para ver, esta quarta-feira, no Jornal da Noite da SIC.

  • "A nossa guerra não deixou heróis, só vilões e vítimas"
    5:26

    Mundo

    Luaty Beirão é o rosto mais visível de um movimento de contestação ao regime angolano que começou em 2011, ano da Primavera árabe. Mas a par dos 15+2, mediatizados num processo que os condenou por lerem um livro, outros activistas arriscam diariamente a liberdade.