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Arménio Carlos reconduzido hoje no cargo de secretário-geral da CGTP

O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, vai ser hoje reconduzido no cargo, naquele que será o segundo e último mandato do sindicalista na liderança da central sindical.

Arménio Carlos considerou ainda que tem sido a luta dos trabalhadores que tem impedido o Governo de concretizar o processo de privatização de empresas como a TAP, a Carris, o Metro ou a Transtejo.

Arménio Carlos considerou ainda que tem sido a luta dos trabalhadores que tem impedido o Governo de concretizar o processo de privatização de empresas como a TAP, a Carris, o Metro ou a Transtejo.

Lusa

A recondução de Arménio Carlos será votada pelo Conselho Nacional da CGTP, composto por 147 dirigentes, e que foi eleito no XIII Congresso da Central, que decorreu no final de fevereiro, em Almada.

O Conselho Nacional irá também eleger, por voto secreto, os órgãos da Comissão Executiva do Conselho Nacional, que será composto por 29 elementos, bem como os órgãos do Secretariado do Conselho Nacional, que terá seis elementos.

Dos 147 dirigentes eleitos para o Conselho Nacional, 39 integram este órgão pela primeira vez e reforçam a presença das mulheres e dos jovens até aos 35 anos, garantindo a renovação de 26% deste órgão.

Arménio Carlos prepara-se para o seu segundo e último mandato na liderança da CGTP com a convicção de que os próximos quatro anos vão ser um desafio aliciante para o movimento sindical, tendo em conta a nova conjuntura política.

O primeiro mandato de Arménio Carlos enquanto secretário-geral da CGTP ficou marcado por centenas de ações de luta, gerais e setoriais, e por três greves gerais.

Na liderança da CGTP desde janeiro de 2012, Arménio Carlos marcou o início do seu mandato à frente da central sindical com duas greves gerais nesse ano, durante o governo de direita do PSD/CDS e numa altura em que o país estava sob assistência financeira e fortes medidas de austeridade.

Numa intervenção proferida no encerramento do XIII Congresso da Inter, o secretário-geral da CGTP considerou que o país vive um novo ciclo político desafiante no qual a Inter pretende participar, apesar de não ser um partido político, mas tomando o partido dos trabalhadores.

"Alguém disse que os dirigentes da CGTP iam entrar de férias. Se dúvidas existissem, aqui está o caderno de encargos", disse então o sindicalista.

A CGTP promete intensificar a luta reivindicativa nos próximos anos para tentar resolver os problemas dos trabalhadores e melhorar as suas condições laborais.

Lusa

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