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Câmara de Lisboa debate requalificação da 2ª Circular

A Câmara de Lisboa debate hoje o projeto de requalificação da Segunda Circular, que surge com algumas alterações após apreciação pública e cujo orçamento passou de 10 para 13 milhões de euros.

A ideia da autarquia de Lisboa é fazer da Segunda Circular um corredor arborizado como se vê na imagem

A ideia da autarquia de Lisboa é fazer da Segunda Circular um corredor arborizado como se vê na imagem

A proposta da maioria PS na Câmara de Lisboa, que visa aumentar a segurança rodoviária, a fluidez do trânsito e a qualidade ambiental, já foi apreciada pelo executivo em dezembro passado, mas a oposição pediu o seu adiamento de forma a ouvir a população.

"Na sequência deste processo participativo e à luz dos contributos recolhidos, foi alterado o projeto, tendo sido introduzidas melhorias", vinca o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, no documento que hoje vai ser apreciado.

Entre as principais alterações está a substituição de árvores da espécie lódão por freixos, o alargamento do separador central para a extensão mínima possível em cada zona, a aplicação de um sistema de retenção de veículos, a introdução de guardas de segurança e a criação de zonas de transição nos acessos da A1 (Autoestrada do Norte) e IC19 (Itinerário Complementar) à Segunda Circular.

Paralelamente, a autarquia quer "melhorar a velocidade comercial dos autocarros" que por ali passam, explica Manuel Salgado.

Em causa está um concurso público com publicidade internacional de quase 13 milhões de euros (incluindo o Imposto sobre o Valor Acrescentado), investimento que, na proposta inicial, rondava os 10 milhões.

Também o prazo da obra -- que deve ter início em junho -- passou de dez para oito meses.

Continua a prever-se a reformulação de nós de acesso, a redução da velocidade de 80 para 60 quilómetros/hora, a diminuição da largura da via em alguns locais, a montagem de barreiras acústicas, a reabilitação da drenagem e do piso e a renovação da sinalética e iluminação.

Na reunião, que decorre à porta fechada, será ainda debatida a cedência de terrenos com 21 mil metros quadrados à ANA - Aeroportos de Portugal.

Lusa

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