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Moradores do prédio afetado pela explosão de multibanco autorizados a retirar alguns bens

Moradores do prédio afetado pela explosão de multibanco autorizados a retirar alguns bens

Os moradores do prédio afetado pela explosão de uma caixa multibanco ontem no Seixal, não vão poder regressar a casa nos próximos 3 meses. Durante todo o dia, as autoridades tentaram estabilizar o prédio, que foi seriamente afectado pelo rebentamento. Os moradores foram hoje autorizados a entrar nas casas só para retirar bens.

  • Explosão da caixa multibanco danificou prédio e vários carros
    2:52

    País

    A explosão de uma caixa multibanco, durante a madrugada, no Seixal causou elevados danos materiais.O alerta foi dado por volta das 04:00, em Paivas. Os moradores ouviram um grande estrondo, na sequência de uma tentativa de assalto. O rebentamento danificou o prédio onde estava a caixa multibanco e destruiu parte dos escritórios de uma empresa de seguros. Os estilhaços danificaram ainda o prédio em frente e vários automóveis que estavam estacionados no local. As marcas da destruição são visíveis no local, onde está a repórter Ana Moreira.

  • Explosão em assalto a multibanco no Seixal
    1:52

    País

    Um prédio teve que ser evacuado no concelho do Seixal por causa da explosão de uma caixa multibanco durante uma tentativa de assalto. A explosão provocou danos significativos no edifício e na zona envolvente.

  • Prédio afetado pela explosão do multibanco só poderá ser habitado dentro de três meses
    0:19

    País

    Os moradores do prédio afetado pela explosão de uma caixa multibanco no Seixal, conseguiram entretanto ir a casa para retirar alguns pertences e medicamentos. Estão alojados num hotel desde ontem à noite. Lourenço Abrantes, da comissão de moradores, diz que, para já, o prazo para voltarem ao prédio deve rondar os três meses. À SIC, descreveu momentos de aflição com o rebentamento da caixa multibanco, que apesar dos riscos não provocou feridos.

  • "É abusivo falar de fuga ao fisco"
    4:10

    Economia

    Dez mil milhões de euros é o valor de que se fala das transferências para contas offshore, que terão escapado à Autoridade Tributária. O número impressiona, mas é preciso notar que este dinheiro é capital que sai do país e o capital não está sujeito ao pagamento de imposto só porque sai do país. O fiscalista Tiago Caiado Guerreiro esteve no Jornal da Noite para dar mais explicações sobre o caso.