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Autópsia de estudante universitário do Porto conhecida em junho

O Instituto de Medicina Legal informou hoje que o estudante universitário que morreu na sexta-feira no Porto, alegadamente vítima de queda involuntária, foi autopsiado no sábado e que os resultados completos só estão prontos em início de junho.

Joel Rafael estudante universitário assassinado no parque de estacionamento da FEUP (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto)

Joel Rafael estudante universitário assassinado no parque de estacionamento da FEUP (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto)

"Há uma autópsia feita no sábado e o médico legista pediu exames complementares, um procedimento habitual nesta casa, na área da toxicologia e histologia", explicou à Lusa fonte oficial do Instituto de Medicina Legal, frisando que os resultados só estão prontos dentro de sete a oito semanas.

O Instituto de Medicina Legal asseverou hoje que o relatório da autópsia de Joel Rafael "não está feito, nem está assinado" e que só vai estar pronto no "início de junho", porque os "exames de histologia são os mais demorados".

Joel Rafael, de 20 anos, era estudante do ano zero no Instituto Superior de Contabilidade e Administração, do Politécnico do Porto, apareceu ferido na zona do polo universitário da Asprela, no Porto, foi assistido pelo Instituto Nacional de Emergência Médica, e veio a morrer no Hospital de São João do Porto.

A Polícia Judiciária avançava na sexta-feira, dia 1 de abril, que os indícios recolhidos naquele dia sobre a morte do estudante universitário no Porto sugerem que houve "uma queda involuntária" da própria vítima.

A Judiciária adiantava à agência Lusa que ia continuar a recolher depoimentos dos elementos envolvidos no caso da morte do estudante do Ensino Superior.

"A queda dever-se-á a uma intervenção voluntária de uma amiga que tentou separar a vítima dos agressores. E foi nessa separação que terá caído e não voltou a levantar-se", explicou à Lusa fonte da Polícia Judiciária, explicando que estas informações têm na sua base as diligências da Judiciária e a recolha de imagens captadas por câmaras de videovigilância.

A hipótese de a altercação entre grupos de estudantes ou praxes académicas ser a causa direta da morte do estudante, natural de Baião, está, para já, afastada, adiantou a mesma fonte policial.

Lusa

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