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Vasco Pulido Valente diz estar à espera das bofetadas de João Soares

Vasco Pulido Valente diz estar à espera das bofetadas de João Soares

O ministro da Cultura usou, esta manhã, uma rede social para prometer bofetadas a dois conhecidos cronistas do Público, Augusto M. Seabra e Vasco Pulido Valente, que o criticaram em artigos de opinião. Augusto M. Seabra acusa João Soares de atentar contra a liberdade de expressão e Vasco Pulido Valente diz estar à espera das bofetadas.

  • "João Soares deve achar isto o máximo"
    3:20

    Ricardo Costa

    "O mínimo que pode fazer é um pedido de desculpas imediato", diz Ricardo Costa sobre o ministro da Cultura e as declarações hoje publicadas no Facebook, onde promete "um par de bofetadas" a dois cronistas. No entender do diretor de Informação da SIC, João Soares "tem abusado de forma publica do seu direito à crítica" e que até "deve achar isto o máximo, o que ainda é mais bizarro".

  • PSD, CDS e BE condenam declarações de João Soares
    1:19

    País

    Esta manhã o ministro da Cultura prometeu, nas redes sociais, bofetadas a dois cronistas do Público: Augusto M. Seabra e Vasco Pulido Valente. O PSD diz que as palavras de João Soares são inqualificáveis, o CDS exige um pedido de desculpas e o Bloco de esquerda também condena as afirmações do ministro.

  • Família perde tudo na aldeia de Queirã
    2:32
  • Temperaturas sobem no fim de semana, risco de incêndio aumenta
    1:08

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    A chuva que caiu nos últimos dias não deverá ter impactos relevantes na dominuição da seca e, por isso, o risco de incêndios vai voltar a aumentar com nova subida das temperaturas. Os termómetros podem chegar aos 30 graus entre domingo e quarta-feira.

  • Não me parece o melhor princípio político, mas percebo que António Costa queira ter junto de si, sobretudo em tempos difíceis, os mais próximos. Os homens de confiança pessoal e política. Em plena tempestade, o primeiro-ministro chamou dois amigos de longa data, ex-colegas da Faculdade de Direito, Eduardo Cabrita e Pedro Siza Vieira. E eles não disseram que não.

    Bernardo Ferrão