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Chefes de repartições de finanças detidos em megaoperação da PJ

Uma megaoperação da Polícia Judiciária e do Ministério Público está em curso, com buscas em várias repartições de finanças e residências, sobretudo na Grande Lisboa. Em causa estão suspeitas de corrupção e muitos milhões de euros. A Procuradoria-Geral da República e a PJ confirmam mais de 10 detenções, incluindo de chefes de repartições.

Última atualização às 12:22

Mais de uma dezena de pessoas foram detidas por suspeitas de corrupção ativa e passiva informou a Procuradoria-Geral da República. Entre os suspeitos estão técnicos de administração tributária, inspectores tributários, chefes de finanças, um diretor de serviços da Autoridade Tributária, um diretor de finanças adjunto, um membro do Centro de Estudos Fiscais e Aduaneiros, advogados, técnicos oficiais de contas e empresários.

A investigação tem como alvos dirigentes e funcionários das Finanças, assim como empresários. Em comunicado, a Autoridade Tributária já fez saber que está a colaborar com as autoridades.

Ao que a SIC apurou, empresas com dívidas ao fisco obtinham declarações de regularização de dívidas, emitidas pelas repartições de finanças mas com dados falsos, o que lhes permitia participar em concursos públicos.

É uma operação de grande dimensão, com mais de 200 funcionários da PJ envolvidos. O número de buscas é superior a 100, sobretudo na Grande Lisboa mas também em outros locais.

A 8ª Repartição de Finanças de Lisboa, em Alvalade, é um dos locais onde decorrem buscas.

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