sicnot

Perfil

País

Ministério Público propõe 4ª feira medidas de coação da Operação Aquilies

O Ministério Público deverá propor ao juiz de instrução na tarde de quarta-feira as medidas de coação a aplicar aos 15 arguidos da Operação Aquiles, disse hoje à Lusa fonte ligada a defesa.

(Arquivo)

(Arquivo)

SIC

Segundo a mesma fonte, o interrogatório judicial aos arguidos ainda não terminou e só na quarta-feira, pelas 14:30, o MP deverá propor as medidas de coação, seguindo-se a análise dos requerimentos dos advogados de defesa, antes de haver uma decisão do juiz Carlos Alexandre.

Entre a dezena e meia de arguidos da Operação Aquiles estão dois elementos da Polícia Judiciária - o coordenador reformado da PJ Carlos Dias Santos e o inspetor-chefe da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) Ricardo Macedo - e o cabo do destacamento da GNR de Torres Vedras José Manuel Baltazar Silva.

Carlos Dias Santos esteve 38 anos na PJ e pertenceu à Direcção Central de Investigação de Tráfico de Estupefacientes (DCITE) e à Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB). O inspetor-chefe Ricardo Macedo trabalhava na UNCTE na altura da detenção, na semana passada.

O processo envolve, segundo as autoridades judiciárias, suspeitas de corrupção ativa e passiva, tráfico de droga agravado, associação criminosa e branqueamento de capitais.

A investigação está a cargo da Unidade Nacional de Combate à Corrupção, em colaboração com a Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefaciente, num inquérito dirigido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal.

  • Família perde tudo na aldeia de Queirã
    2:32
  • Temperaturas sobem no fim de semana, risco de incêndio aumenta
    1:08

    País

    A chuva que caiu nos últimos dias não deverá ter impactos relevantes na dominuição da seca e, por isso, o risco de incêndios vai voltar a aumentar com nova subida das temperaturas. Os termómetros podem chegar aos 30 graus entre domingo e quarta-feira.

  • Não me parece o melhor princípio político, mas percebo que António Costa queira ter junto de si, sobretudo em tempos difíceis, os mais próximos. Os homens de confiança pessoal e política. Em plena tempestade, o primeiro-ministro chamou dois amigos de longa data, ex-colegas da Faculdade de Direito, Eduardo Cabrita e Pedro Siza Vieira. E eles não disseram que não.

    Bernardo Ferrão