sicnot

Perfil

País

Crime de maus tratos a animais de companhia subiu 51% em 2016

Os crimes relacionados com maus tratos e abandono de animais de companhia aumentaram 51% no primeiro trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2015, indicou hoje a GNR.

Manchul Kim

Num comunicado, a Guarda Nacional Republicana adianta que, no âmbito da fiscalização de maus tratos a animais de companhia, participou aos tribunais 167 crimes no primeiro trimestre de 2016, mais 51 do que em igual período de 2015.

Nos primeiros três meses do ano, a GNR recebeu 1.101 denúncias, mais 243 do que em igual período de 2015, correspondendo a um aumento de 25%.

As contraordenações também aumentaram 31%, entre janeiro e março, tendo a GNR registado 1.567 autos, mais 403 do que no primeiro trimestre de 2015.

Segundo a corporação, as multas foram maioritariamente levantadas por falta de chip de identificação, vacinação ou condições higieno-sanitárias.

Pela primeira vez, a GNR traça o perfil por género dos 381 suspeitos identificados, no universo dos 655 crimes praticado em 2015.

A GNR concluiu que 77% dos autores de maus tratos a animais de companhia são homens, número que baixa para 56% no caso do abandono.

No comunicado, a GNR refere ainda que os cidadãos podem denunciar situações que possam violar a lei através da linha "SOS Ambiente e Território" (808200520), que está disponível 24 horas e tem uma cobertura nacional.

Lusa

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.