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"Não está nada esclarecido" no caso de Lacerda Machado

"Não está nada esclarecido" no caso de Lacerda Machado

A coordenadora do Bloco de Esquerda diz que nada está esclarecido sobre a contratação, pelo Governo, do Diogo Lacerda Machado. Na Edição da Manhã da SIC Notícias, Catarina Martins lembrou ainda que esta não é uma situação inédita e que António Borges negociou privatizações pelo anterior governo de direita.

  • Catarina Martins cética em relação à criação de um banco mau
    9:10

    Edição da Manhã

    O Bloco de Esquerda realiza hoje um colóquio sobre a experiência de resgate da banca espanhola. A sessão é apresentada por Catarina Martins, hoje convidada da Edição da Manhã para abordar este e outros temas em destaque na atualidade. Em relação à criação de um banco mau, proposta pelo primeiro-ministro, a dirigente do BE não rejeitou esta hipótese, mas mostrou-se cética em relação a esta medida.

  • António Galamba lembra que Lacerda Machado esteve envolvido nos negócios dos Kamov

    País

    Há mais uma polémica em torno da contratação de Diogo Lacerda Machado. Num artigo de opinião ao jornal I, António Galamba recorda que o jurista também esteve envolvido nos negócios dos helicópteros Kamov e do sistema integrado de emergência e segurança de Portugal (SIRESP). Os contratos de compra e de manutenção dos meios aéreos de combate aos incêndios ainda estão a ser investigados.

  • O “amigo” de Costa e o pin na lapela do Bloco de Esquerda

    Bernardo Ferrão

    As dúvidas sobre o papel/atuação do “melhor amigo” de António Costa enquanto negociador do Estado não são novas. Mas o que agora surpreende (ou talvez não!) é a reação do primeiro-ministro. É inacreditável que Costa considere que estava tudo bem na relação muito pouco clara entre o Estado e Lacerda Machado. Uma relação graciosa e sem enquadramento legal, que nada tem de “fait-divers”.

  • Depois do Fogo
    23:30

    Reportagem Especial

    Foi o incêndio mais mortífero de que há memória. No dia 17 de junho, as chamas apanharam desprevenidos moradores de vários concelhos e fizeram pelo menos 64 mortos. O incêndio prolongou-se durante vários dias deixando um rasto de histórias de perda e de sobrevivência, mas também de solidariedade de um sem número de pessoas anónimas.

  • "A menina agora volta para casa. Nós não." 

    Foi o desabafo do Cesário que me fez escrever qualquer coisa sobre o que vivi na última semana. Eram dez e pouco da noite, tinha acabado a vigília de homenagem às vítimas em Figueiró dos Vinhos e ele ainda tinha na mão um balão branco que àquela hora já só estava meio cheio. Era o último dia de uma longa e dura jornada de trabalho e estávamos a arrumar as coisas para no dia seguinte regressarmos a Lisboa.

    Débora Henriques

  • Pagar IMI a prestações e um Documento Único Automóvel mais pequeno

    País

    O programa Simplex + 2017 é apresentado hoje à tarde e recebeu mais de 250 propostas de cidadãos ao longo dos últimos meses. As novas medidas preveem o pagamento em prestações do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e a criação de um simulador de custos da Justiça, que devem estar em vigor no próximo ano.

  • "A culpa morre sozinha?"
    0:41

    Opinião

    Luís Marques Mendes não acredita que o Ministério Público não formule uma acusação de homicídio por negligência e que não haja demissões na sequência do incêndio de Pedrógão Grande. O comentador da SIC debateu o tema este domingo no Jornal da Noite da SIC.

    Luís Marques Mendes

  • Cinco anos depois do incêndio na Serra do Caldeirão
    5:24

    País

    Pedrógão Grande fez reviver o drama vivido pelas gentes da Serra do Caldeirão no verão de 2012. Falta de bombeiros, moradores retirados à força, casas e floresta destruídas são semelhanças que encontram nestes dramas separados por cinco anos.

  • Novo avião da TAP com pintura retro
    0:36

    Economia

    O novo avião da TAP chama-se "Portugal", tem uma pintura retro e vai sobrevoar os céus do pais a partir desta segunda-feira. A companhia aérea explica que o nome e a pintura são uma forma de homenagear a ligação histórica entre a empresa e o país.