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"Não está nada esclarecido" no caso de Lacerda Machado

"Não está nada esclarecido" no caso de Lacerda Machado

A coordenadora do Bloco de Esquerda diz que nada está esclarecido sobre a contratação, pelo Governo, do Diogo Lacerda Machado. Na Edição da Manhã da SIC Notícias, Catarina Martins lembrou ainda que esta não é uma situação inédita e que António Borges negociou privatizações pelo anterior governo de direita.

  • Catarina Martins cética em relação à criação de um banco mau
    9:10

    Edição da Manhã

    O Bloco de Esquerda realiza hoje um colóquio sobre a experiência de resgate da banca espanhola. A sessão é apresentada por Catarina Martins, hoje convidada da Edição da Manhã para abordar este e outros temas em destaque na atualidade. Em relação à criação de um banco mau, proposta pelo primeiro-ministro, a dirigente do BE não rejeitou esta hipótese, mas mostrou-se cética em relação a esta medida.

  • António Galamba lembra que Lacerda Machado esteve envolvido nos negócios dos Kamov

    País

    Há mais uma polémica em torno da contratação de Diogo Lacerda Machado. Num artigo de opinião ao jornal I, António Galamba recorda que o jurista também esteve envolvido nos negócios dos helicópteros Kamov e do sistema integrado de emergência e segurança de Portugal (SIRESP). Os contratos de compra e de manutenção dos meios aéreos de combate aos incêndios ainda estão a ser investigados.

  • O “amigo” de Costa e o pin na lapela do Bloco de Esquerda

    Bernardo Ferrão

    As dúvidas sobre o papel/atuação do “melhor amigo” de António Costa enquanto negociador do Estado não são novas. Mas o que agora surpreende (ou talvez não!) é a reação do primeiro-ministro. É inacreditável que Costa considere que estava tudo bem na relação muito pouco clara entre o Estado e Lacerda Machado. Uma relação graciosa e sem enquadramento legal, que nada tem de “fait-divers”.

  • Mais de 50 milhões de italianos decidem futuro do país
    1:43

    Mundo

    Este domingo, está nas mãos de mais de 50 milhões de eleitores italianos o futuro do país. Mais do que um voto à reforma constitucional, o referendo terá consequências políticas diretas no Governo italiano. As urnas fecham às 23h00, 22h00 em Lisboa. Os primeiros resultados são esperados meia hora depois.