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PSD disposto a estreitar relações com Partido Comunista Chinês

A China quer reforçar as relações com Portugal através dos partidos políticos e o PSD está disposto a desenvolver as relações com o Partido Comunista Chinês (PCC), segundo a agência oficial Xinhua.

Guo Jinlong, membro da Comissão Política do Comité Central do PCC, disse que o partido "atribui grande importância às relações com o PSD" e que "a China quer reforçar a cooperação com Portugal através do intercâmbio entre os partidos políticos".

Guo Jinlong, membro da Comissão Política do Comité Central do PCC, disse que o partido "atribui grande importância às relações com o PSD" e que "a China quer reforçar a cooperação com Portugal através do intercâmbio entre os partidos políticos".

A agência cita Guo Jinlong, membro da Comissão Política do Comité Central do PCC, que se reuniu na quinta-feira na capital chinesa com o secretário-geral do PSD, José Matos Rosa, segundo a Xinhua.

Guo disse que "o PCC atribui grande importância às relações com o PSD" e que "a China quer reforçar a cooperação com Portugal através do intercâmbio entre os partidos políticos".

O responsável chinês, que é também secretário do Comité Municipal de Pequim do PCC, enalteceu ainda "o aprofundamento da confiança política mútua e o contínuo desenvolvimento dos laços económicos e comerciais entre os dois países".

Segundo a Xinhua, José Matos Rosa disse que o PSD está pronto para desenvolver relações com o PCC e estreitar laços em áreas como a política, a economia, a cultura e a educação.

Fundado em 1921, o PCC é o maior partido político do mundo, com mais de 80 milhões de filiados, e um dos raros, dentro do movimento comunista internacional, que se mantêm no poder.

Mantém contactos regulares com o Partido Socialista (PS) e o Partido Comunista Português (PCP) há mais de duas décadas, mas com o PSD são raros.

Portugal tornou-se nos últimos anos um dos principais destinos do investimento chinês na Europa, logo a seguir ao Reino Unido, Alemanha e França, num montante que já ultrapassou os 10.000 milhões de euros, segundo fontes portuguesas.

Lusa

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