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O dia da revolução

O dia da revolução

Há 42 anos, centenas de militares tinham saído dos quartéis por volta da meia-noite, avançaram sobre Lisboa e em poucas horas conquistaram os principais pontos estratégicos da capital.

  • Cabo e furriel estiveram frente a frente em lados opostos no Terreiro do Paço
    3:17

    País

    Há um homem que teve nas mãos a possibilidade de liquidar a revolução, mas recusou. O cabo Alves Costa desobedeceu à ordem de disparar um carro de combate contra a coluna dos revoltosos, no Terreiro do Paço.Salgueiro Maia diria mais tarde que foi nesse instante que se ganhou o 25 de Abril. Na coluna que podia ter sido dizimada pelo cabo Alves Costa, estava o então furriel Manuel Correia da Silva. Esses dois homens que estiveram frente a frente em lados opostos são hoje amigos e falaram connosco para recordar esse momento decisivo.

  • Memórias da ditadura no interior do país
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    País

    Passaram 42 anos, mas em muitas regiões ainda está bem nítida a memória dos tempos duros. O desafio diário era conseguir colocar comida na mesa, num país que vivia na miséria. Milhares de pessoas eram empurradas para a emigração e para o contrabando nas regiões junto à fronteira.

  • Balas disparadas no dia 25 de Abril atingiram livros no Quartel do Carmo
    4:41

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    Há 42 anos, o Largo do Carmo estava repleto de militares e de povo. E dentro do quartel, mantinha-se refugiado o chefe do Governo, Marcello Caetano. Na tentativa de forçar a rendição, Salgueiro Maia mandou disparar uma rajada contra o edificio. De resto, o dia da revolução quase não teve tiros. As balas acertaram na janela do Quartel do Carmo onde o repórter Joaquim Franco conta parte da História

  • Vala comum com 6 mil corpos em Mossul
    1:43
  • À redescoberta da Madeira, 16 anos depois
    1:59
  • A menina que os pais queriam chamar "Allah"

    Mundo

    ZalyKha Graceful Lorraina Allah tem 22 meses, anda não sabe ler nem escrever mas já está no centro de um processo judicial contra o Estado da Georgia, nos EUA. Os pais, Elizabeth Handy e Bilal Walk, apoiados por uma ONG, exigem na justiça que o nome seja reconhecido na certidão de nascimento para que a criança possa ser inscrita na escola, na segurança social ou nos registos e notoriado. O casal já tem um filho de 3 anos que se chama Masterful Mosirah Aly Allah.

  • Samsung vai vender modelos reparados do Galaxy Note 7

    Economia

    A Samsung Electronics anunciou hoje que vai vender e alugar telemóveis reparados do modelo Galaxy Note 7 depois de no ano passado a empresa ter decidido suspender a respetiva produção devido a incêndios nas baterrias de íon-lítio.

  • Acidentes em falésias matam 94 pescadores lúdicos

    País

    Mais de 90 pescadores lúdicos morreram nos últimos 19 anos e 137 ficaram feridos em 252 acidentes registados em zona rochosa ou em falésia, a maioria na zona de Lagos, Faro, segundo dados da Autoridade Marítima Nacional.