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O que sabem e o que pensam as crianças sobre o 25 de Abril

O que sabem e o que pensam as crianças sobre o 25 de Abril

Se a memória é o bem mais precioso, como estamos a transmitir às crianças a memória da revolução? Vamos ver o exemplo da escola Antero Basalisa, em Carnaxide. Os alunos fizeram um jornal televisivo a brincar mas que é uma forma bem séria de aprender.

  • O dia da revolução
    3:01

    País

    Há 42 anos, centenas de militares tinham saído dos quartéis por volta da meia-noite, avançaram sobre Lisboa e em poucas horas conquistaram os principais pontos estratégicos da capital.

  • Cabo e furriel estiveram frente a frente em lados opostos no Terreiro do Paço
    3:17

    País

    Há um homem que teve nas mãos a possibilidade de liquidar a revolução, mas recusou. O cabo Alves Costa desobedeceu à ordem de disparar um carro de combate contra a coluna dos revoltosos, no Terreiro do Paço.Salgueiro Maia diria mais tarde que foi nesse instante que se ganhou o 25 de Abril. Na coluna que podia ter sido dizimada pelo cabo Alves Costa, estava o então furriel Manuel Correia da Silva. Esses dois homens que estiveram frente a frente em lados opostos são hoje amigos e falaram connosco para recordar esse momento decisivo.

  • Memórias da ditadura no interior do país
    2:33

    País

    Passaram 42 anos, mas em muitas regiões ainda está bem nítida a memória dos tempos duros. O desafio diário era conseguir colocar comida na mesa, num país que vivia na miséria. Milhares de pessoas eram empurradas para a emigração e para o contrabando nas regiões junto à fronteira.

  • Balas disparadas no dia 25 de Abril atingiram livros no Quartel do Carmo
    4:41

    New Articles

    Há 42 anos, o Largo do Carmo estava repleto de militares e de povo. E dentro do quartel, mantinha-se refugiado o chefe do Governo, Marcello Caetano. Na tentativa de forçar a rendição, Salgueiro Maia mandou disparar uma rajada contra o edificio. De resto, o dia da revolução quase não teve tiros. As balas acertaram na janela do Quartel do Carmo onde o repórter Joaquim Franco conta parte da História

  • O dia que roubou dezenas de vidas em Pedrógrão Grande
    3:47
  • "Reforma da Proteção Civil esgotou prazo de validade"
    2:34

    Tragédia em Pedrógão Grande

    António Costa reconheceu esta quinta-feira que a reforma da Proteção Civil que liderou em 2006 está esgotada, e não pode dar resultados sem uma reforma da floresta. Na mesma altura, o ministro da Agricultura admitiu que os problemas já estavam identificados há uma década, sem explicar por que razão não foram atacados pelo Governo socialista da altura.

  • "De um primeiro-ministro esperam-se respostas, não perguntas"
    0:35

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Assunção Cristas acusa o ministro da Agricultura de ter deitado ao lixo a legislação do anterior Governo que poderia ser útil no combnate aos incêndios. O CDS exige uma responsabilização política pela tragédia de Pedrógão Grande, diz que há muito por esclarecer e por esse motivo entregou esta quinta-feira ao primeiro-ministro um conjunto de 25 perguntas.

  • "Estamos a ficar sem espaço. Está na hora de explorar outros sistemas solares"

    Mundo

    O físico e cientista britânico Stephen Hawking revelou alguns dos seus desejos para um novo plano de expansão espacial. Hawking está em Trondheim, na Noruega, para participar no Starmus Festival que promove a cultura científica. E foi lá que o físico admitiu que a população mundial está a ficar sem espaço na Terra e que "os únicos lugares disponíveis para irmos estão noutros planetas, noutros universos".

    SIC

  • Não posso usar calções... visto saias

    Mundo

    Perante a proibição de usar calções no emprego, um grupo de motoristas franceses adotou uma nova moda para combater o calor. Os trabalhadores decidiram trocar as calças por saias, visto que a peça de roupa é permitida no uniforme da empresa para a qual trabalham.

  • De refugiada a modelo: a história de Mari Malek

    Mundo

    Mari Malek chegou aos Estados Unidos da América quando era ainda uma criança. Chegada do Sudão do Sul, a menina era uma refugiada à procura de um futuro melhor, num país que não era o seu. Agora, anos depois, Mari Malek é modelo, DJ e atriz, e vive em Nova Iorque. Fundou uma organização sediada no país onde nasceu voltada para as crianças que passam por dificuldade, como também ela passou.