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Governo acompanha caso do assassínio do casal português em Angola

O Governo português está a prestar apoio consular e a acompanhar as diligências das autoridades angolanas no caso do assassínio de um casal de portugueses, na terça-feira, na capital angolana, disse hoje o secretário de Estado das Comunidades.

© Stringer . / Reuters

"Estamos a acompanhar as diligências judiciais que estão a ser desenvolvidas e o consulado de Portugal em Angola já contactou com o procurador-geral da República solicitando a maior celeridade possível nas investigações", afirmou José Luís Carneiro, em declarações aos jornalistas, na Assembleia da República, à margem da reunião plenário do Conselho das Comunidades Portuguesas.

O governante especificou que o apoio consular está a ser desencadeado, "quer no contacto com os familiares, quer com as autoridades judiciais de Angola para o mais rapidamente possível apurar os responsáveis pelo assassínio do casal português".

"As investigações começaram nas primeiras horas e estão a decorrer", disse.

O governo português já apresentou as condolências à família, acrescentou o governante.

Um casal de portugueses foi morto a tiro em Luanda quando seguia numa viatura, juntamente com um filho, disse hoje à agência Lusa fonte da polícia angolana.

Segundo a fonte, o crime ocorreu na tarde de terça-feira, na via expresso Luanda-Viana, tendo o homem morrido no local e a mulher num hospital para onde foi socorrida.

A polícia está no encalço dos supostos homicidas, mas pelas características do crime supõe que seja um "acerto de contas".

"Não roubaram nada, chegaram e dispararam contra o casal, mas ao filho que vinha no carro não aconteceu nada, não sabemos se foi acerto de contas", adiantou a fonte.

"O caso está a ser investigado e não podemos avançar ainda mais informações", disse ainda.

Nas declarações aos jornalistas, o secretário de Estado português apelou aos portugueses que vivem nos estrangeiro ou que se desloquem para fora do país temporariamente que façam a inscrição consular, informem sobre as movimentações dentro dos países e que consultem regularmente os alertas colocados pelo Governo na página da Internet da Secretaria de Estados das Comunidades.

Lusa

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