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Aviões militares portugueses reforçam policiamento aéreo no Báltico

O Ministério da Defesa anunciou hoje que quatro aviões F-16 e 90 militares da Força Aérea Portuguesa vão reforçar, a partir de 3 de maio, o policiamento aéreo no Báltico no âmbito de uma operação da NATO.

© Edgar Su / Reuters

Em comunicado, o Ministério da Defesa refere que os F-16 e os 90 militares da Força Aérea Portuguesa já estão a caminho da Lituânia, onde vão cumprir uma missão de quatro meses entre 3 de maio e 31 de agosto, na Base Aérea de Siauliai, situada naquele país do Báltico.

Segundo o Ministério da Defesa, Portugal vai substituir a Espanha como nação líder da operação e constituirá, em conjunto com o Reino Unido, o 41.º contingente do "Baltic Air Policing" da NATO.

Esta é a terceira vez que uma força nacional destacada portuguesa realiza missões de policiamento aéreo nos países bálticos, tendo efetuado missões em 2007 e 2014.

O Ministério da Defesa adianta que o destacamento português é constituído por quatro F-16 e 90 militares de diversas especialidades, incluindo 16 mulheres, enquanto o Reino Unido participa com quatro caças Eurofighter Typhoon, da Royal Air Force, apoiando a missão portuguesa a partir da Base Aérea de Amari.

Os aliados da NATO patrulham o Báltico, com quatro meses de rotação, desde a entrada da Estónia, Lituânia e Letónia na NATO em 2004.

A Espanha e a Bélgica foram as nações responsáveis pelo policiamento dos céus no início de 2016, transferindo a responsabilidade de policiamento a 3 de maio para Portugal e Reino Unido.

Desde 2004, cerca de 20 países destacaram meios para garantir a integridade do espaço aéreo no báltico, demonstrando o compromisso na defesa coletiva dos aliados, refere ainda o Ministério da Defesa Nacional.

Lusa

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