sicnot

Perfil

País

CGTP diz que Governo precisa de ser mais corajoso

CGTP diz que Governo precisa de ser mais corajoso

Antes do debate quinzenal no parlamento, António Costa levou quatro ministros à concertação social para debater o Programa de Estabilidade, mas os parceiros sociais mostraram reservas quanto ao cumprimento das metas. A CGTP defendeu que o governo precisa de ser mais corajoso.

  • António Saraiva comenta Programa de Estabilidade
    10:44

    Opinião

    António Saraiva, Presidente da Confederação Empresarial de Portugal, foi o convidado do Jornal das 9. Em destaque esteve o Programa de Estabilidade e de reformas e ainda a reunião dos parceiros sociais marcada para esta quinta-feira onde vão ser discutidos os documentos apresentados pelo governo socialista.

  • António Saraiva receia que Programa de Estabilidade aposte pouco no investimento
    0:54

    Economia

    António Sairava receia que o Programa de Estabilidade aposte pouco no investimento e nas exportações que, disse esta noite, considera essenciais para o desenvolvimento da economia. Na SIC Notícias, o presidente da Confederação Empresarial de Portugal queixou-se do pouco tempo dado aos parceiros sociais para analisarem o documento e proporem alterações.

  • Programa de Estabilidade em análise
    11:35

    Opinião

    David Dinis, diretor da TSF, esteve em estúdio para comentar as últimas notícias sobre o Programa de Estabilidade apresentado pelo governo de António Costa e ainda a audição ao ministro das Finanças, Mário Centeno, hoje no Parlamento.

  • "Não vale a pena tirarem o cavalinho da chuva"
    2:42

    País

    A oposição acusa os partidos da Esquerda de serem autores envergonhados do Programa de Estabilidade e do Programa Nacional de Reformas. A ex-ministra diz que o PCP e o Bloco de Esquerda não podem desresponsabilizar-se e que "não vale a pena tirarem o cavalinho da chuva". O debate dos dois documentos ficou marcado pelo regresso de Maria Luís Albuquerque e pelo confronto da ex-ministra das Finanças com PCP e Bloco de Esquerda.

  • Ronaldo terá colocado milhões de euros nas Ilhas Virgens britânicas
    4:15

    Desporto

    José Mourinho e Cristiano Ronaldo são apenas dois dos nomes da maior fuga de informação na história do desporto. A plataforma informática Football Leaks forneceu milhões de documentos à revista alemã Der Spiegel, entre os quais documentos que indicam que o capitão da seleção nacional terá colocado milhões de euros da publicidade nas Ilhas Virgens britânicas. Os dados foram analisados por um consórcio de 60 jornalistas, do qual o Expresso faz parte, numa investigação que pode ler este sábado no semanário ou ainda esta sexta-feira, em formato online.

  • Obama diz que Guterres "tem uma reputação extraordinária"
    1:38

    Mundo

    António Guterres diz que vai trabalhar com Barack Obama e também com Donald Trump, na reforma das Nações Unidas. O futuro secretário-geral da ONU foi recebido por Obama, na Casa Branca, onde recebeu vários elogios do presidente norte-americano.

  • Mãe do guarda-redes da Chapecoense comove o Brasil
    1:37
  • Dezenas de mortos em bombardeamentos do Daesh em Mossul

    Daesh

    Dezenas de civis, entre os quais várias crianças, morreram e outros ficaram feridos em ataques de morteiro efetuados pelo grupo extremista Daesh em Mossul, disse à agência Efe o vice-comandante das forças antiterroristas iraquianas.

  • Morreu o palhaço que fazia rir as crianças de Alepo

    Mundo

    Anas al-Basha, mais conhecido como o Palhaço de Alepo, morreu esta terça-feira durante um bombardeamento aéreo na zona dominada pelos rebeldes. O funcionário público mascarava-se de palhaço para ajudar a trazer algum conforto e alegria às crianças sírias, que vivem no meio de uma guerra civil.

  • Tribunal chinês iliba jovem executado há 21 anos

    Mundo

    Nie Shubin foi fuzilado em 1995, na altura com 20 anos, depois de ter sido condenado por violação e assassinato de uma mulher, na cidade de Shijiazhuang. Agora, a justiça chinesa vem dizer que, afinal, o jovem era inocente, uma vez que não foram encontradas provas suficientes para o condenar.