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Colégios em protesto contra fim do apoio estatal

Colégios em protesto contra fim do apoio estatal

Os colégios privados estão hoje em protesto contra o fim do apoio do Estado. Alegam que se o dinheiro público acabar, podem ser obrigados a cortar turmas e a despedir pessoal. Em Famalicão e Santo Tirso, por exemplo, o protesto dos colégios privados juntou, esta manhã, centenas de alunos, pais, professores e dirigentes escolares.

  • Ministro garante cumprir compromissos assumidos pelo anterior Governo
    1:01

    País

    O ministro da Educação garante que o Governo não tem nada contra as escolas privadas. Esta manhã, no Parlamento, reafirmou que só serão validados os contratos de associação que não sejam redundantes com a oferta do ensino público. Tiago Brandão Rodrigues assegurou, ainda assim, que os compromissos assinados pelo anterior Governo vão ser cumpridos.

  • Colégios privados queixam-se que Governo está a quebrar contrato
    3:19

    País

    A guerra entre o Governo e os colégios privados com contratos de associação volta a acender-se. O Ministério da Educação quer mudar as regras já no próximo ano letivo, reduzindo as turmas financiadas sempre que exista oferta na rede pública, como prevê a lei. As escolas do ensino cooperativo queixam-se que o Governo está a quebrar um contrato, assinado há menos de um ano com o Governo do PSD e com validade de três anos. Rodrigo Queiroz e Melo da Associação Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo dá a sua opinião sobre o assunto.

  • Colégio na Guarda junta-se aos protestos em defesa do ensino privado
    1:22

    País

    O Colégio Outeiro de São Miguel, na Guarda, também se juntou aos protestos em defesa do ensino privado na rede pública. Quase 500 alunos, apoiados por pais, professores e funcionários, exteriorizaram o medo de ver fechar a única escola do género na região. Além dos 470 alunos o colégio acolhe atualmente mais de 20 crianças e jovens em risco.

  • Fenprof denuncia abusos do ensino privado
    1:28

    País

    Mário Nogueira da Fenprof denuncia os abusos do ensino privado e fala em negócios de milhões na educação. Cerca de 80 escolas privadas têm contrato de associação com o Estado e recebem cerca de 80 mil euros por ano, por turma.

  • PSD e CDS acusam Governo de pôr em causa postos de trabalho
    2:33

    País

    PSD e CDS acusaram hoje o Governo de pôr em causa os postos de trabalho nas escolas com contrato de associação. Um argumento contestado à esquerda. Bloco e PCP lembraram os despedimentos levados a cabo na anterior governação. O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, esteve no Parlamento e garantiu que os atuais contratos são para serem cumpridos.

  • Estado vai deixar de financiar novas turmas nos colégios privados
    3:36

    País

    A partir do próximo ano letivo, o Ministério da Educação vai deixar de financiar novas turmas em colégios privados totalmente financiados pelo Estado, caso haja vagas na rede pública. A Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo diz que as novas medidas vão levar ao despedimento de 5 mil docentes e não docentes e, a medida vai implicar indemnizações que rondam os 54 milhões de euros. No próximo ano, as escolas privadas com contrato de associação poderão perder 656 turmas.

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.