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Obras em Lisboa devem durar até meados de 2017

Obras em Lisboa devem durar até meados de 2017

Até meados de 2017, várias zonas de Lisboa vão sofrer obras de requalificação. A autarquia diz que a ideia é devolver espaço público às pessoas em detrimento dos automóveis.

  • Buzinão pouco ruidoso em Lisboa
    3:27

    País

    Um grupo de lisboetas organizou hoje um buzinão, para exigir à autarquia mais diálogo e debate em relação às obras na capital, no entanto as buzinas pouco se fizeram ouvir.

  • Encontrada criança britânica desaparecida na Praia da Luz

    País

    Foi encontrada a criança britânica que estava desaparecida desde o início da tarde, na Praia da Luz, avançaram as autoridades. A Polícia Marítima tinha sido informada do desaparecimento de um rapaz, de nacionalidade inglesa, tendo efetuado diligências nas proximidades da praia algarvia. A criança de 7 anos foi entregue na esquadra da PSP na cidade de Lagos, a cerca de 12 quilómetros da vila da Luz.

  • Dago, o destroço mais visitado em mergulho de profundidade
    1:20
  • Marcelo pede "serenidade e cabeça fria" no debate político
    1:29

    País

    Marcelo Rebelo de Sousa pede "serenidade" e "cabeça fria" no debate político. Em entrevista ao Diário de Notícias, o Presidente da República diz que os políticos não podem passar a sensação de que está a haver um aproveitamento da tragédia.

  • Seca agrava prejuízos agrícolas no Alentejo
    2:11
  • Al Gore e Garry Kasparov vão estar na Web Summit

    Web Summit

    Al Gore, antigo vice-Presidente dos Estados Unidos da América, Garry Kasparov, lendário jogador de xadrez, e Steve Huffman, o dirigente e cofundador da rede social Reddit são os novos nomes anunciados para a 2.ª Web Summit em Lisboa.

  • Estudantes universitários poderiam estar a pagar propinas mais baixas
    2:02

    País

    Os alunos universtários poderiam estar a pagar propinas mais baixas do que pagam atualmente. A situação foi denunciada pela Federação Académica do Porto, que diz que os estudantes estão a pagar cerca de 100 euros a mais do que deviam. O INE admite, num documento enviado ao Governo, que pode existir um método melhor para o cálculo destes valores.