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Costa diz que contratos que existem com colégios privados serão cumpridos

O primeiro-ministro, António Costa, disse hoje não haver "nenhuma razão para intranquilidade" por parte dos colégios privados e assegurou que "os contratos que existem vão ser integralmente cumpridos".

ETIENNE LAURENT

"Os contratos que existem vão ser integralmente cumpridos nos termos em que estão fixados. Todas as crianças de todos os colégios que estão a frequentar um ciclo que foi objeto de contrato com a associação, cumprirão o ciclo normalmente, nos termos do contrato assinado", afirmou António Costa, acrescentando que "não há nenhuma razão para intranquilidade".

O primeiro-ministro, que falava à chegada da inauguração do edifício-sede do i3S Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto, respondeu assim ao coro de protestos que o recebeu em defesa de uma "escola para todos".

Questionado pelos jornalistas, António Costa assinalou também haver "tranquilidade na aplicação da lei e dos contratos".

Tais contratos, com estabelecimentos de ensino privados e cooperativos, "são uma forma de apoiar escolas privadas onde a rede pública é insuficiente", uma avaliação que, disse, "está a ser feita".

"Já reunimos com os presidentes de agrupamentos, com associações de pais, colégios e estamos a retirar as conclusões finais de quais são as escolas onde, havendo carência da rede pública, vai haver novos contratos".

Sobre a inauguração do edifício-sede do i3S, o primeiro-ministro destacou a "capacidade notável de um conjunto de instituições que tiveram que se juntar e perceber que em conjunto podiam fazer mais que cada uma por si".

"E não é comum em Portugal haver esta vocação das instituições públicas se juntarem", salientou.

O primeiro-ministro assinalou ainda que o desenvolvimento de Portugal "depende do desenvolvimento da ciência e da capacidade da ciência estimular a criatividade e a inovação porque o país cada vez mais será competitivo não com baixos salários, mas com o valor acrescentado pelo conhecimento".

António Costa falava à chegada da inauguração edifício-sede do i3S - Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto, numa cerimónia que conta também com a presença do Presidente da República e dos ministros da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Saúde.

Resultando da união de três centros científicos da Universidade do Porto -- o Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), o Instituto Nacional de Engenharia Biomédica (INEB) e o Instituto de Patologia e Imunologia Molecular (IPATIMUP) --, o i3S assume-se como o maior instituto de investigação português na área das Ciências da Saúde.

Lusa

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