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JSD compara Mário Nogueira a Estaline e ministro da Educação a marioneta

A JSD recorreu hoje à imagem do dirigente sindical Mário Nogueira, fardado como o déspota soviético Estaline, e do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, manipulado por fios, para criticar a situação do setor.

JSD - Juventude Social Democrata

"Isto Stalin(do), está!" é o título do cartaz virtual, disponível no sítio oficial da organização juvenil social-democrata, com a pergunta "foi nisto que votou?", seguindo-se "coligação de esquerda" e os símbolos de PS, BE, PCP e PEV.

O presidente da organização juvenil social-democrata, Simão Ribeiro, disse à Lusa que a iniciativa visa firmar "uma posição política e fazer entender ao país que falta um debate sério sobre o modelo educativo desejável", alertando contra aquilo que considera ser "uma cedência do Governo e do PS, que estão reféns do PCP e dos sindicatos, numa espécie de nacionalização do ensino, com o único objetivo da sobrevivência do primeiro-ministro no poder".

"A JSD equaciona mais ações e fará uma análise de que tipo de intervenção a tomar sobre esta matéria", continuou. Há a possibilidade de a imagem ser reproduzida em cartazes de rua, por exemplo.

"Portugal deve desenvolver o melhor modelo educativo para cada criança e jovem português. E o melhor modelo não é o que agrade mais ao comunista Mário Nogueira, que há muitos anos que não sabe o que é dar aulas. O melhor modelo não é o que mais agrade aos presidentes de câmara, ao ministro da Educação, aos diretores de colégios ou qualquer outro interveniente nesta polémica", lê-se em comunicado.

O mesmo texto questiona "quantos milhões serão gastos? e quantos milhões mais custará rasgar os contratos de associação que o Governo decidiu incumprir?", acrescentando-se que "nunca é demais relembrar a este Governo protocomunista que os fundos públicos não são um saco sem fundo".

Segundo a JSD, o executivo liderado pelo socialista António Costa e com apoio parlamentar de BE, PCP e PEV, "não quer, nunca quis, decidir em função do bem público, e pretende tão só e apenas fazer boa figura nos exames trimestrais perante o corporativismo sindical".

Lusa

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