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Espião português detido em Itália já está em Portugal

O espião português, Frederico Carvalhão Gil, que foi detido em Itália já está em Portugal. Carvalhão Gil, aterrou em Lisboa, extraditado de Itália e acompanhado pela polícia portuguesa. O espião português viajou num avião nacional, no voo da TAP 843, e aterrou às 21:51 em Lisboa. Carvalhão Gil irá ser ouvido esta terça-feira pelo juiz Ivo Rosa do Tribunal Central de Instrução Criminal. Até lá vai permanecer detido.

O espião português foi detido em Roma, em flagrante delito a vender informações classificadas a outro espião russo.

Portugal também pediu a extradição do agente russo, mas esse processo vai ser mais complicado. Terá de ser um tribunal a decidir.
No caso de Frederico Carvalhão Gil, ele não se opôs à extradição.

  • Espião português apanhado a vender segredos à Rússia
    1:22

    País

    Um inspector do SIS foi detido em flagrante, em Itália, quando vendia documentos classificados a um agente dos serviços secretos russos. A Polícia Judiciária e o Ministério Público contaram com a colaboração da polícia italiana. O inspetor é um dos mais antigos funcionários do SIS e analista de documentos com acessos privilegiados. Esta operação conhecida por "Top Secret" surgiu de uma denúncia do secretário-geral das secretas.

  • Espião português detido em Itália vendia documentos a agente do antigo KGB
    2:13

    País

    Um inspetor do Serviço de Informações de Segurança foi detido por vender documentos classificados a um agente dos serviços secretos russos. A detenção ocorreu em Itália e foi feita em conjunto pela Polícia Judiciária e a polícia italiana. O espião é suspeito dos crimes de violação de segredo de estado, espionagem e corrupção. O agente dos serviços secretos russos também foi detido pelas autoridades. A PJ seguia Frederico Carvalhão Gil há vários meses e sabe-se que era um dos funcionários mais antigos do SIS.

  • Detenção de espião é motivo de humor nas redes sociais

    País

    A notícia do espião português preso em Itália a tentar passar documentação confidencial a um agente dos serviços secretos russos está a dar que falar nas redes socias. Alguns internautas aproveitaram-se do assunto para fazer humor. No twitter surgiu a hashtag #osrussosqueriamsaber e a partir daí surgiram uma série de frases.

  • Casos de espionagem na Rússia, nos EUA e em Israel
    9:32

    Mundo

    A história do espião português que foi apanhado a tentar vender documentos confidenciais aos serviços secretos russos voltou a levantar a discussão sobre a espionagem entre países. O assunto foi o mote para a conversa com jornalistas habituados a histórias de serviços secretos e espiões. José Milhazes, Luís Costa Ribas e Henrique Cymerman falam sobre os possíveis motivos que levaram o português a enveredar pela espionagem, qual seria o destino final dos documentos e ainda sobre vários casos nos países em que trabalham.

  • Espião português vai ser extraditado de Itália

    País

    O espião português apanhado em Roma a vender segredos da NATO aos russos vai ser extraditado no fim de semana. O Expresso avança que Frederico Carvalhão Gil deverá mesmo ser interrogado em Lisboa na próxima segunda-feira.

  • Presidente da Proteção Civil demitiu-se

    País

    O Presidente da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), Joaquim Leitão, pediu esta quarta-feira a demissão com efeitos imediatos. A carta de demissão foi enviada para o Ministério da Administração Interna, no entanto, uma vez que a ministra também se demitiu, o documento seguiu para o gabinete do primeiro-ministro, António Costa.

  • "Foi um golpe muito forte"
    1:41
  • Não me parece o melhor princípio político, mas percebo que António Costa queira ter junto de si, sobretudo em tempos difíceis, os mais próximos. Os homens de confiança pessoal e política. Em plena tempestade, o primeiro-ministro chamou dois amigos de longa data, ex-colegas da Faculdade de Direito, Eduardo Cabrita e Pedro Siza Vieira. E eles não disseram que não.

    Bernardo Ferrão

  • SIC acompanhou Francisco George no último dia como diretor-geral da Saúde
    6:20