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Celebrações do 10 de junho voltam ao Terreiro do Paço 43 anos depois

Celebrações do 10 de junho voltam ao Terreiro do Paço 43 anos depois

As cerimónias do 10 de junho começaram em Lisboa. O Presidente da República prestou homenagem aos militares e disse que foi sempre o povo a lutar por Portugal mesmo quando as elites falharam. As celebrações voltaram ao Terreiro do Paço 43 anos depois.

  • Marcelo e Costa em Paris no 10 de junho
    2:01

    País

    Marcelo Rebelo de Sousa continua a marcar pela diferença. O seu 10 de junho foi nacional e internacional. Depois das comemorações em Lisboa, Presidente e primeiro-ministro rumaram a Paris para um encontro com François Hollande. Ao presidente francês explicaram os esforços que o país fez para corrigir o défice e, por isso, contam com França para evitar sanções. Em cima da mesa esteve também a candidatura de António Guterres às Nações Unidas.

  • Marcelo homenageou porteiras que ajudaram vítimas do Bataclan
    1:23

    País

    O Presidente da República aproveitou a visita a Paris para condecorar duas porteiras que tiveram um papel de relevo no auxílio às vítimas dos atentados de 13 de Novembro. Durante a cerimónia Marcelo Rebelo de Sousa lembrou que também tem familiares a viver no estrangeiro.

  • Quando se pode circular pela esquerda? A GNR explica (e fiscaliza)
    5:46

    Edição da Manhã

    A regra aplica-se a autoestradas e outras vias com esse perfil mas dentro das localidades há exceções. A Guarda Nacional Republicana está a promover em todo o território nacional várias ações de sensibilização e fiscalização no sentido de prevenir e reprimir a circulação de veículos pela via do meio ou da esquerda quando não exista tráfego nas vias da direita. O major Paulo Gomes, da GNR, esteve na Edição da Manhã. 

  • O pedido de desculpas de Dijsselbloem
    2:12

    Mundo

    O Governo português continua a mostrar a indignação que diz sentir perante as declarações do presidente do Eurogrupo. O ministro dos Negócios Estrangeiros português garante que com Dijsselbloem "não há conversa possível". Jeroen Dijsselbloem começou por recusar pedir desculpa mas depois cedeu perante a onda de indignação.

  • A primeira vez do Sr. Árbitro
    12:41