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CGTP vai intensificar ação reivindicativa no verão

O Conselho Nacional (CN) da CGTP prometeu intensificar, ao longo do verão, a ação reivindicativa nos locais de trabalho em defesa da contratação coletiva e contra a precariedade laboral.

M\303\201RIO CRUZ

"Temos que trabalhar para que haja de facto uma evolução positiva na contratação coletiva no verão. Vamos privilegiar os contactos com os trabalhadores, mas o Governo pode resolver a questão de fundo revogando a possibilidade de caducidade dos contratos e repondo o princípio do tratamento mais favorável", disse à agência Lusa o secretário-geral da Intersindical, no final de uma reunião do CN.

Arménio Carlos disse ainda que a central vai promover um encontro a 29 de junho no Porto e outro a 7 de julho em Lisboa, com o objetivo de se discutir questões relacionadas com a contratação coletiva, com a participação de especialistas como Jorge Leite, João Reis e António Casimiro.

O CN da Inter decidiu também na reunião de hoje "dar toda a força à Campanha Nacional Contra a Precariedade, numa relação estreita entre os sindicatos, uniões e federações, planificando uma intervenção específica para os locais de trabalho, empresas e setores identificados com esta chaga social e onde é urgente intervir".

Neste âmbito, nas próximas semanas, a Intersindical e as suas estruturas vai desenvolver um conjunto de iniciativas em empresas em que existem situações de precariedade, para as denunciar e reivindicar a sua resolução, explicou arménio Carlos.

Segundo o sindicalista, vão ser feitas ações de sensibilização da opinião pública e vão ser pedidas audiências às autarquias, Autoridade para as Condições do Trabalho e autoridades eclesiásticas.

"Queremos expor as situações de precariedade que encontrarmos, e apelar à intervenção de todos tendo em conta o impacto social das mesmas", disse Arménio Carlos.

O CN da CGTP aprovou uma resolução reivindicativa que vai ser posta à discussão no Plenário Nacional de Sindicatos que se realiza na quinta-feira em Lisboa e que servirá de orientação ao movimento sindical nos próximos meses.

No documento, o Conselho Nacional reafirmou "o seu grande empenhamento na mobilização para a grande Marcha em Defesa da Escola Pública, a realizar no próximo sábado".

"Trata-se de uma ação que é indissociável da defesa das funções sociais do Estado, em que se denuncia o negócio que alguns querem manter e alargar à custa dos dinheiros públicos, designadamente dos que provém dos impostos suportados pelos rendimentos do trabalho e em que se exige do Estado mais e melhores serviços públicos, mais e melhores respostas públicas que valorizem as funções sociais do Estado, designadamente no Serviço Nacional de Saúde, na Escola Pública, na Segurança Social, na Justiça e na Cultura", diz a resolução.

Lusa

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