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Militares da GNR dizem-se abandonados pela tutela e pedem solução para problemas

A Associação Nacional de Guardas (ANAG/GNR) diz que os militares da GNR se sentem abandonados pela tutela, e acusa o Ministério da Administração Interna (MAI) de ainda não ter solucionado "um único problema" desta força de segurança.

(SIC/ Arquivo)

Os militares da Guarda Nacional Republicana (GNR), reunidos na ANAG, lamentaram hoje, em comunicado, que apenas se tenham reunido com a atual ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, em dezembro passado, para uma sessão de apresentação de cumprimentos.

"A ANAG aguarda há meses uma reunião de trabalho com a governante para resolver o memorando reivindicativo já entregue no MAI, no qual estão expostas as questões mais iminentes e que já transitaram do governo anterior. A ANAG alerta para a necessidade urgente em desbloquear a passagem à reserva de milhares de militares que já reúnem as condições devidas -- 36 anos de serviço - e que têm os seus pedidos indeferidos, alegadamente por falta de efetivo", lê-se no documento.

De acordo com a associação que representa os militares da GNR, continua por aplicar o decreto-lei que regula o regime transitório de passagem à reserva e à reforma, tendo a ANAG já solicitado uma reunião ao ministro da Segurança Social, António Vieira da Silva, que tutela a Caixa Geral de Aposentações.

Entre as reivindicações da GNR, já entregues ao MAI, estão a alteração ao Estatuto da GNR, atualizações salariais, progressões na carreira, horários e contribuições para o subsistema de saúde dos militares, entre outras matérias.

"A ANAG continua aberta ao diálogo a bem da resolução dos problemas, mas também não pode deixar de reagir ao crescente desespero dos militares", conclui o comunicado.

Lusa

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