sicnot

Perfil

País

Relação aceita recurso da Uber contra decisão judicial favorável a taxistas

O Tribunal da Relação de Lisboa considerou "parcialmente procedente" o recurso interposto pela Uber na sequência da decisão judicial que proibia a sua atividade em Portugal e ordenou ao Tribunal Cível de Lisboa que a reavalie.

LUSA

O Tribunal Central de Lisboa aceitou a 28 de abril de 2015 uma providência cautelar interposta pela ANTRAL (Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros) e proibiu os serviços da aplicação de transportes Uber em Portugal, decisão que foi confirmada pelo mesmo tribunal em junho.

A Uber recorreu e a Relação, segundo o acórdão a que a Lusa teve hoje acesso, considerou que a anterior decisão deverá ser fundamentada "ponto por ponto, facto por facto, sem generalizações".

Contactado pela Lusa, o presidente da ANTRAL, Florêncio Almeida, sublinhou que "a Relação não dá nenhuma razão à Uber".

"Trata-se de um pedido de esclarecimento. Não é dada nenhuma razão à Uber, por isso não há nenhum motivo para ficarem eufóricos", sustentou.

Por sua vez, fonte da Uber considerou, numa nota escrita, tratar-se de "boas notícias".

"Neste momento em que Portugal está a caminhar em direção a uma regulação moderna, que trará um novo modelo de mobilidade às suas cidades, estas são boas notícias para os milhares de utilizadores que usam a Uber para se deslocar todos os dias e para os milhares de parceiros-motoristas que têm na Uber importantes oportunidades económicas e de criação de emprego", lê-se nota da Uber.

Lusa

  • Porque é que Melania e Ivanka vestiram preto para conhecer o Papa

    Mundo

    Melania e Ivanka chegaram ao Vaticano de preto, uma escolha muito questionada. De vestidos longos e véus, as mulheres Trump seguiram assim o dress code aconselhado nas audiências com o Papa. Também Michelle Obama usou uma vestimenta do género, em 2009, quando visitou Bento XVI.

  • Escola de Vagos castiga alunos por protesto contra a homofobia e preconceito

    País

    Os alunos da Escola Secundária de Vagos, no distrito de Aveiro, organizaram um protesto contra o que consideram homofobia e preconceito. Segunda-feira, depois de duas alunas se terem beijado foram chamadas à direção da escola, que as terá informado que não podiam beijar-se em público. O protesto foi gravado e partilhado nas redes sociais. Em declarações à SIC Notícias, um dos alunos disse que todos os envolvidos no protesto vão ser alvos de um processo disciplinar. O Bloco de Esquerda já pediu esclarecimentos ao Ministério da Educação.

    EXCLUSIVO

    Rita Pedras