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Centenas de motociclistas manifestaram-se contra as inspeções periódicas

Centenas de motociclistas manifestaram-se contra as inspeções periódicas

Centenas de motociclistas protestaram, esta tarde, em cinco cidades do país, contra a possiblidade de serem obrigados a fazer inspecções periódicas. A defesa das inspecções aos motociclos foi assumida pelo presidente do Centro de Inspecções, que avançou o mês de outubro como a data de arranque.Mas nesta fase, não existirá nenhum processo legislativo em marcha.

  • Motociclistas manifestam-se hoje contra alargamento das inspeções obrigatórias
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    País

    Os motociclistas vão manifestar-se esta tarde em cinco cidades do país, contra o alargamento das inspeções periódicas obrigatórias às motos. No Parlamento vai ser entregue um manifesto a pedir apoio aos deputados. Os motociclistas dizem que a medida vai retirar da estrada todas as motos personalizadas ou alteradas. A manifestação, organizada pelo Grupo de Ação Motociclista, vai realizar-se no Porto, Castelo Branco, Faro, Funchal e Lisboa.

  • Inspeções periódicas às motas com cilindrada superior a 250cc deverão entrar em vigor em outubro
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    País

    Os motociclistas manifestaram-se, este domingo, em cinco cidades do país: Porto, Castelo Branco, Faro, Funchal e Lisboa. Em causa está a intenção do Governo em alargar a inspeção obrigatória a motos com cilindrada superior a 250 centímetros cúbicos, uma medida que poderá entrar em vigor no próximo mês de outubro. Segundo o manifesto, os motociclistas não estão contra as inspeções, mas consideram que o objetivo é apenas económico. Em Lisboa, a ação terminou junto ao Parlamento, onde foi entregue um manifesto a pedir apoio aos deputados. António Manuel, presidente do Grupo de Ação de Motociclistas, diz que a lei das inspeções obrigatórias deveria trazer mais-valias ao motociclismo e que não se justifica o investimento.

  • DIRETO: Portuguesa entre os 14 mortos dos atentados na Catalunha

    Ataque em Barcelona

    Uma das 13 vítimas mortais do atentado de ontem em Barcelona é portuguesa e há uma outra portuguesa desaparecida. Entretanto, uma pessoa morreu e cinco suspeitos foram abatidos num segundo ataque esta madrugada em Cambrils. As buscas centram-se num nome: Moussa Oukabir. Siga aqui as últimas informações, ao minuto.

    Em atualização

  • O momento em que os suspeitos foram abatidos em Cambrils
    2:35
  • Driss Oukabir: suspeito do atentado ou vítima de roubo de identidade?
    2:40

    Ataque em Barcelona

    Um dos dois suspeitos, do ataque nas Ramblas, detidos pela polícia foi inicialmente identificado como Driss Oukabir, um homem de 28 anos. Mais tarde, um homem com o mesmo nome apresentou-se numa esquadra em Girona, a mais de 100 quilómetros do local do atropelamento afirmando que lhe tinha sido roubada a identificação. De acordo com alguma imprensa espanhola, poderá ter sido o irmão, Moussa Oukabir, um jovem de 18 anos que vive em Barcelona, como explicou também Nuno Rogeiro, comentador da SIC.

  • "O abandono provoca incêndios desta dimensão"
    0:55

    País

    O antigo vereador da Câmara de Mação José Silva acredita que a desertificação do interior também é, em parte, responsável pelos incêndios. Segundo José Silva, Mação tem cada vez menos habitantes e é por essa razão que os terrenos são deixados ao abandono.

  • Mação perdeu 80% da área florestal
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  • Ágata candidata-se à Câmara de Castanheira de Pera
    3:42