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Gabriela Canavilhas garante que não pediu a demissão da jornalista do Público

Gabriela Canavilhas garante que não pediu a demissão da jornalista do Público

A deputada socialista e ex-ministra da Cultura Gabriela Canavilhas diz que não pediu a demissão da jornalista, mas continua a estranhar a cobertura que o jornal Público fez da manifestação em defesa da escola pública. À SIC, Canavilhas disse que o episódio suscita uma reflexão sobre a forma como se espera que os políticos se expressem publicamente.

O jornal Público já rejeitou ter avançado números falsos na notícia sobre a manifestação a favor da escola pública.

Em causa está a polémica em torno de Gabriela Canavilhas que defendeu a demissão de uma jornalista do Público, no Twitter.

A antiga ministra da Cultura criticou Clara Viana por ter escrito que 15 mil pessoas tinham estado na manifestação de sábado, em Lisboa.

A FENPROF garante que a marcha juntou 80 mil participantes.

Num editorial, o jornal Público diz que Gabriela Canavilhas "caiu na ratoeira dos números" e escreveu como se a opinião pessoal fosse um facto científico inquestionável.

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    A antiga ministra da Cultura e deputada do PS, Gabriela Canavilhas, defende a demissão de uma jornalista do Público. Sobre a cobertura feita pelo jornal sobre as manifestações das escolas, Gabriela Canavilhas partilhou no Twitter o link do artigo da jornalista Clara Viana com uma pergunta "Esta jornalista ainda não foi despedida por escrever factos falsos?". A questão diz respeito aos números: a organização apontou 80 mil e o Público escreveu 15 mil. Mais tarde, Gabriela Canavilhas voltou a escreveu no Twitter sobre o caso dizendo que "reportagem e opinião não são a mesma coisa".

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