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Piloto morreu e três paraquedistas ficaram gravemente feridos em queda de avioneta

Piloto morreu e três paraquedistas ficaram gravemente feridos em queda de avioneta

Uma pessoa morreu e três ficaram gravemente feridas devido à queda de uma aeronave, ontem, em Ferreira do Alentejo. A avioneta transportava alunos de paraquedismo, que saltaram quando ao aparelho começou a perder peças no ar. O piloto é a vítima mortal. Os motivos do acidente ainda estão por apurar.

  • Piloto morre em queda de aeronave em Ferreira do Alentejo
    3:43

    País

    Um acidente com uma aeronave em Figueira dos Cavaleiros, concelho de Ferreira do Alentejo, fez um morto e sete feridos, três deles com gravidade. A GNR e os bombeiros responderam a um alerta já depois das sete da tarde deste domingo, indicando que o avião de uma escola de paraquedismo começou a desfragmentar-se no ar e acabou por cair na zona de Canhestros. A vítima mortal é o piloto. Um dos feridos graves teve que ser transportado para o Hospital de São José, em Lisboa. Para o local, foram enviados duas dezenas de veículos de socorro, entre bombeiros, GNR e meios do INEM, incluindo um helicóptero para transportar um dos ocupantes, que esteve desaparecido e está em estado grave. A GNR delimitou a área estabelecendo um perímetro de segurança no sítio onde estão os destroços do aparelho. Manuel Reis, vereador da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo diz que ainda não se sabe o que terá estado na origem do acidente.

  • Queda de aeronave em Beja faz um morto e três feridos graves
    2:05

    País

    Uma aeronave civil de uma escola de paraquedistas explodiu em pleno voo, na zona de Canhestros, em Figueira dos Cavaleiros, em Beja. Há a lamentar a morto do piloto. Ao telefone Vítor Cabrita, da Proteção Civil de Beja, confirmou um morto e dois feridos graves. Entretanto há notícia de mais um ferido grave.

  • Dono de submarino é o único suspeito da morte de jornalista sueca
    1:51

    Mundo

    A polícia dinamarquesa confirmou que o corpo decapitado encontrado junto ao mar, perto de Copenhaga, é o da jornalista sueca desaparecida há mais de 10 dias. Kim Wall estava a fazer uma reportagem sobre um submarino artesanal com o criador, que é agora o principal suspeito do crime. Parte do corpo foi encontrada na segunda-feira e identificada através de exames de ADN.