sicnot

Perfil

País

Inspeção ao Colégio Militar sem evidências de situações discriminatórias

Inspeção ao Colégio Militar sem evidências de situações discriminatórias

A inspeção realizada ao Colégio Militar, em maio, não identificou evidências da existência de situações discriminatórias com base na orientação sexual. Contudo, o relatório da inspeção sugere a adoção de medidas que permitam reforçar a deteção e a prevenção de situações de discriminação.

  • Colégio Miltar admitiu caso de assédio sexual na instituição
    2:05

    País

    A direção do Colégio Militar garante que nunca discriminou alunos por causa da orientação sexual. Contudo, no Parlamento, o diretor de Educação de Doutrina do Exército admitiu a existência de um caso de assédio sexual na instituição. A Associação de Pais e Encarregados de Educação desconhece qualquer tipo de discriminação no colégio Militar.

  • Colégio Militar nega discriminação a alunos homossexuais
    1:57

    País

    A direção do Colégio Militar garante que não há discriminação devido à orientação sexual dos alunos. O Major-general Joaquim Alves Ferreira foi ouvido hoje no Parlamento, onde disse que a interpretação das declarações do antigo major, que referia que os alunos homossexuais eram excluídos, foi um problema de criatividade jornalística. O regulamento do colégio militar, aprovado em 2015, considera os afetos como infrações muito graves.

  • Bataglia deixou passar 12 milhões pela sua conta a pedido de Salgado
    2:05

    Operação Marquês

    O presidente da Escom e arguido na Operação Marquês Helder Bataglia terá admitido que Ricardo Salgado utilizou uma conta bancária do empresário, na Suíça, para passar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva, amigo de José Sócrates. O amigo de Sócrates e Bataglia terão combinado várias formas de não levantar suspeitas. A notícia é avançada pelo jornal Expresso na edição deste sábado.

  • Cágado tratado com implante impresso em 3D
    2:26
  • Patrões não aceitam alterações ao acordo de concertação social
    2:25

    Economia

    As confederações patronais foram esta sexta-feira ao Palácio de Belém dizer ao Presidente da República que não aceitam que o Parlamento faça alterações ao acordo de concertação social. Os patrões dizem ainda ter esperança que o Parlamento não chumbe o decreto-lei que reduz a TSU das empresas com salários mínimos.