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Diretor do Museu da Presidência detido

O diretor do Museu da Presidência, Diogo Gaspar, foi detido hoje. É suspeito de crimes de tráfico de influência, falsificação de documento, peculato, peculato de uso, participação económica em negócio e abuso de poder, segundo a PGR.

O diretor do Museu da Presidência da República (à direita na imagem) foi detido esta manhã em casa pela Polícia Judiciária.

O diretor do Museu da Presidência da República (à direita na imagem) foi detido esta manhã em casa pela Polícia Judiciária.

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De acordo com um comunicado da Procuradoria-Geral da República, Diogo Gaspar foi detido no âmbito de um inquérito em investigação no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, que teve início em abril de 2015 e envolve, atualmente, diversas buscas domiciliárias e não domiciliárias na zona da Grande Lisboa e em Portalegre.

Segundo a PGR, no decurso das diligências em vários locais, como a Secretaria Geral e o Museu da Presidência da República, foi detido o diretor do museu, que será presente ao juiz de Instrução Criminal, embora ainda não seja conhecida a data desse primeiro interrogatório judicial.

"Em causa estão factos suscetíveis de integrarem os crimes de tráfico de influência, falsificação de documento, peculato, peculato de uso, participação económica em negócio e abuso de poder", pode ler-se no documento.

Iniciado em abril de 2015, o inquérito investiga "suspeitas de favorecimento de interesses de particulares e de empresas com vista à obtenção de vantagens económicas indevidas e suspeitas de solicitação de benefícios como contrapartida da promessa de exercício de influência junto de decisores públicos".

O documento da PGR refere ainda que está igualmente a ser investigam "o uso de recursos do Estado para fins particulares, a apropriação de bens móveis públicos e a elaboração de documento, no contexto funcional, desconforme à realidade e que prejudicou os interesses patrimoniais públicos".

Participam na operação oito magistrados do Ministério Público e cerca de três dezenas de elementos da Polícia Judiciária (PJ), da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ.

O inquérito encontra-se em Segredo de Justiça.

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