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Costa acusa PSD de "mesquinhez partidária" para encobrir execução de 2015

O primeiro-ministro acusou hoje o PSD de ter cedido "à mesquinhez partidária" na questão da aplicação de sanções a Portugal pelas instituições europeias ao atacar a execução orçamental deste ano para "encobrir" os resultados orçamentais de 2015.

António Costa falava já no período de resposta a uma intervenção imediatamente antes proferidas pelo líder parlamentar do PS, Carlos César, altura em que também visou indiretamente o anterior primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.

O atual primeiro-ministro declarou que, pela sua parte, "nunca terá duas caras" e "duas palavras", uma em Portugal e outra em Bruxelas, dando como exemplos casos referentes a medidas de corte de pensões ou de reduções salariais na administração pública.

Numa intervenção violenta, sobretudo contra a bancada do PSD, o primeiro-ministro disse ainda que defenderá junto das instituições europeias o país, independentemente do passado e do Governo então em funções.

A seguir, António Costa acusou o PSD de "ter rompido um consenso nacional", envolvendo os órgãos, desde a Presidência da República ao parlamento, "não resistindo, numa atitude absolutamente lamentável, a uma tentação de mesquinhez partidária".

"A direção do PSD resolveu atacar a execução orçamental de 2016 para encobrir a execução orçamental de 2015", disse.

Lusa

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