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Conselho Superior de Defesa aprova missões na República Centro Africana e Afeganistão

O Conselho Superior de Defesa Nacional deu hoje parecer favorável às propostas do Governo de participação nacional na missão da União Europeia na República Centro Africana e na missão das Nações Unidas no Afeganistão.

Estas decisões foram divulgadas no final de uma reunião de cerca de duas horas e meia, através de uma nota informativa lida pelo tenente-general José Calçada, secretário do Conselho Superior de Defesa Nacional, e distribuída aos jornalistas no Palácio de Belém, em Lisboa.

"Apreciadas que foram as propostas apresentadas pelo Governo, o Conselho deliberou dar parecer favorável à participação nacional na missão da União Europeia na República Centro Africana (EUTMRCA), bem como à participação na missão das Nações Unidas no Afeganistão (UNAMA)", lê-se no comunicado.

A nota lida pelo tenente-general José Calçada refere que "o Conselho começou por aprovar um voto de pesar pelas vítimas do acidente ocorrido ontem [segunda-feira], 11 de julho, na Base Aérea n.º 6 e que envolveu uma aeronave C-130 das Forças Armadas Portuguesas".

Questionado pela comunicação social sobre as causas do acidente, o secretário do Conselho Superior de Defesa Nacional respondeu: "Sobre isso, não houve nada".

Esta segunda reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional convocada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, era destinada a "deliberar sobre a participação das Forças Armadas em operações no exterior do território nacional e analisar os resultados da Cimeira da NATO de Varsóvia".

Segundo o comunicado divulgado, para além dos dois pareceres favoráveis, o Conselho Superior de Defesa Nacional "procedeu, ainda à análise da preparação da força nacional que tomará parte na missão das Nações Unidas na República Centro Africana (MINUSCA)".

"Por fim, o Conselho debateu as tendências de evolução da situação política e de segurança nos Balcãs, em África e no Médio Oriente e possíveis consequências para as missões das Forças Armadas nessas regiões", refere a mesma nota.

Lusa

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