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Inquérito ao acidente do avião C-130 no Montijo sem prazo regulamentar

O inquérito conduzido pela Comissão Central de Investigação da Força Aérea às causas do acidente sofrido pelo C-130 que causou três mortos não tem prazo mas o ramo espera que termine o mais rapidamente possível.

O inquérito, aberto de imediato, é conduzido pela Comissão Central de Investigação da FA, um órgão na dependência da Inspeção-Geral do ramo, e não tem um prazo regulamentar para terminar os trabalhos, disse à Lusa o porta-voz do ramo, coronel Rui Roque.

"Obviamente é do interesse da Força Aérea concluir a investigação no mais curto espaço de tempo possível", frisou.

A investigação visa apurar objetivamente os factos através da preservação de evidências, desde logo na pista e nos destroços do avião e da recolha de testemunhos por parte da tripulação sobrevivente (quatro militares), disse.

A peritagem de componentes, a cativação e análise das comunicações e ainda a avaliação das condições meteorológicas que se faziam sentir no local e na altura do acidente são outros passos necessários ao inquérito, adiantou o EMFA, em resposta à Agência Lusa.

Se for necessário, adiantou, é possível recorrer a especialistas externos às Forças Armadas em áreas específicas quer nacionais, quer estrangeiros.

Quanto a possíveis causas, o porta-voz do ramo recusou avançar com qualquer hipótese, frisando que a investigação prossegue os seus trabalhos.

O acidente sofrido pelo C-130H, que se incendiou na fase de descolagem, mas ainda em solo, na pista da Base Aérea número 6, Montijo, foi o primeiro com vítimas mortais na história desta classe de aeronaves ao serviço da Força Aérea Portuguesa.

Seguindo os procedimentos legais, por ter ocorrido dentro do perímetro das instalações militares e dado terem-se registado três vítimas mortais, a Polícia Judiciária Militar foi chamada ao local e seguirá o processo.

Lusa

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